‘A casa de vidro’: the distopic impulse on the hard lines of Ivan Ângelo

Literatura e Autoritarismo

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Title ‘A casa de vidro’: the distopic impulse on the hard lines of Ivan Ângelo
“A casa de vidro”: o impulso distópico nas linhas duras de Ivan Ângelo
 
Creator Lira, Thaíse Gomes
Santos, Luciane Alves
 
Subject The glass house; Ivan Ângelo; Authoritarianism; Dystopia
A casa de vidro; Ivan Ângelo; Autoritarismo; Distopia
 
Description Utopia thought did not arise with Utopia (1516), by Morus, but fiction still feels its influence: the utopian thought and speculation about a better world have stimulated the creation of works that focus on disorder and disharmony. In Utopian fiction the conditions for Dystopia arise, and here we analyze “A Casa de Vidro” (“The House of Glass", by Ivan Ângelo), one of the dystopic texts originally written in Portuguese. Dystopias provide social and political analysis; they have peculiar aspects and they emerged in the nineteenth century and strengthened in the twentieth century. They are marked by totalitarianism, centralization of power, u/dystopic plan, repression of people, control by violence, questioning of the status quo, popular alienation; high tech, a watched freedom, anti heroes banned. This work is based on Arendt (1979), Figueiredo (2009), Foucault (1987), Kothe (1985), Todorov (2013) and Tomachevski (2013). We hope that this research can contribute to new studies on Brazilian Dystopias and their power for analysing society.
O pensamento utópico não surgiu com Utopia (1516), de Morus, mas a ficção ainda sente a sua influência: o pensamento utopista e a especulação sobre um mundo melhor estimularam a criação de obras que focam a desordem e desarmonia. Na ficção utópica surgem as condições para a Distopia, e aqui analisamos “A casa de vidro” (Ivan Ângelo), um dos textos distópicos originalmente escritos em português. Distopias proporcionam análises social e política, têm aspectos peculiares, surgiram no século XIX e se firmaram no século XX. São marcadas pelo totalitarismo, centralização de poder, plano u/distópico, repressão do indivíduo, controle pela violência, questionamento do status quo, alienação popular; alta tecnologia, liberdade vigiada, (não) heróis banidos. Este fundamenta-se em Arendt (1979), Figueiredo (2009), Foucault (1987), Kothe (1985), Todorov (2013) e Tomachevski (2013). Esperamos que esta pesquisa contribua para novos estudos sobre as Distopias brasileiras e seu poder de análise da sociedade.
 
Publisher Universidade Federal de Santa Maria
 
Contributor
CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
 
Date 2019-01-31
 
Type info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
Avaliado pelos pares
 
Format application/pdf
 
Identifier https://periodicos.ufsm.br/LA/article/view/34167
10.5902/1679849X34167
 
Source Literatura e Autoritarismo; n. 32 (2018): Literatura e Autoritarismo: Manifestações estéticas dissidentes
1679-849X
1679-849X
 
Language por
 
Relation https://periodicos.ufsm.br/LA/article/view/34167/19873
 
Rights Direitos autorais 2019 Literatura e Autoritarismo
http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
 

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