From Wall of Peace to Wall of Shame. Feminist Popular Artistic Practices in Mexico

(Pensamiento), (Palabra) Y Obra

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Title From Wall of Peace to Wall of Shame. Feminist Popular Artistic Practices in Mexico
De muro de paz a muro de la vergüenza. Prácticas artísticas populares feministas en México
De um muro de paz a um muro de vergonha. Práticas artísticas feministas populares no México
 
Creator Marín Vázquez, Yaredh
 
Subject memorial
object
discourse
feminist popular artistic practices
memorial
objeto
discurso
prácticas artísticas populares feministas
memorial
objeto
discurso
práticas artísticas populares feministas
 
Description This is a series of preliminary reflections on the multiple relationships that build and transform the meanings of an every-day object. From an anthropological perspective, I analyze the effects and responses triggered by the installation of a metal barrier around the National Palace, the so-called "peace wall", a "security" measure at the outset of the feminist protests scheduled for March 8, 2021. In this inquiry, I focus on the discourses and disputed actions that dislocate and relocate these metal fences. I propose to understand the aesthetic and discursive interventions on the wall as feminist popular artistic practices, i.e., actions that transform the object into a memorial and rename it the “wall of shame”. These actions challenge the official historical narrative in which the feminist movement is identified as a "threat" and restate the social problems that call for protests. I argue that the wall can be understood as an artistic oeuvre that both honors murdered women and demands justice for them. The interventions on the wall allow me to reflect on the artist/work/spectator triad, an amalgam difficult to dissociate. An object converted into a work can be understood as a provocation that invites us to continue thinking about how the power is manifested and how we question it.
Este artículo de reflexión es un ejercicio exploratorio sobre las múltiples relaciones que construyen y transforman los sentidos de un objeto. Desde una perspectiva antropológica, analizó los efectos y respuestas que detonó la instalación del llamado “muro de paz”—un cerco metálico alrededor de la sede del poder ejecutivo mexicano— como medida de “seguridad” ante las protestas feministas previstas para el 8 de marzo del 2021. En esta indagación me centro en los discursos y las acciones en disputa que dislocan y reubican estas vallas metálicas. Propongo comprender las intervenciones estéticas y discursivas del muro como prácticas artísticas populares feministas, acciones que transforman el objeto en memorial y lo renombran como “muro de la vergüenza”. Estas acciones desafían la narrativa histórica oficial en la que el movimiento feminista es identificado como “amenaza” y resitúan la problemática social que convoca las protestas. Argumento que el muro puede ser comprendido como una obra artística que convoca a un ejercicio de memoria en el que se hacen presentes las ausencias de las mujeres asesinadas y la ausencia de procesos de justicia. Las intervenciones sobre el muro me permiten reflexionar sobre la triada artista/obra/espectador una amalgama difícil de disociar. El objeto convertido en obra puede entenderse como una provocación que invita a seguir pensando en cómo se manifiesta el poder y cómo lo cuestionamos. 
Este é um exercício exploratório sobre as múltiplas relações que constroem e transformam os sentidos de um objeto. Do ponto de vista antropológico, analiso os efeitos e as respostas desencadeadas pela instalação do chamado "muro da paz" - cerca de metal ao redor da sede do poder executivo mexicano - como medida de "segurança" diante dos protestos feministas agendada para 8 de março de 2021. Nesta investigação, concentro-me nos discursos e nas ações contestadas que deslocam e realocam estas cercas de metal. Proponho, assim, compreender as intervenções estéticas e discursivas da parede como práticas artísticas populares feministas, ações que transformam o objeto em memorial e o rebatizam de “muro da vergonha”. Essas ações desafiam a narrativa histórica oficial em que o movimento feminista é identificado como uma "ameaça" e reafirmam os problemas sociais que exigem protestos. Defendo que a parede pode ser entendida como uma obra artística que clama por um exercício de memória em que as ausências das mulheres assassinadas e a ausência de processos de justiça estão presentes. As intervenções na parede me permitem refletir sobre a tríade artista / obra / espectador, uma amálgama que é difícil de ser dissociada. O trabalho de mudança de objeto pode ser entendido como uma provocação que nos convida a continuar pensando em como o poder se manifesta e como o questionamos.
 
Publisher Universidad Pedagógica Nacional
 
Date 2021-08-18
 
Type info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
 
Format application/pdf
 
Identifier https://revistas.pedagogica.edu.co/index.php/revistafba/article/view/14386
10.17227/ppo.num26-14386
 
Source (pensamiento), (palabra)... Y obra; No. 26 (2021): jul-dic
(pensamiento), (palabra)... Y obra; Núm. 26 (2021): jul-dic
(pensamiento), (palabra)... Y obra; n. 26 (2021): jul-dic
2462-8441
2011-804X
 
Language spa
 
Relation https://revistas.pedagogica.edu.co/index.php/revistafba/article/view/14386/9543
 
Rights http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
 

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