The practice of disinfection of finger oximeters performed by nursing professionals

Rev Rene

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Title The practice of disinfection of finger oximeters performed by nursing professionals
A prática da desinfecção dos oxímetros de dedo realizada pelos profissionais de Enfermagem
 
Creator Korb, Arnildo
Silveira, Anelise de Matos
 
Subject Nursing; Disinfection; Drug Resistance, Bacterial; Equipment Contamination; Nurse Practitioners.
Enfermagem; Desinfecção; Farmacorresistência Bacteriana; Contaminação de Equipamentos; Profissionais de Enfermagem.
 
Description Objective: to analyze the practice of disinfection of finger oximeters by nursing professionals. Methods: a quantitative, descriptive, and cross-sectional study with nine professionals in a hospital clinical unit. Eighteen swab samples were collected, internally and externally from each equipment, isolating 51 bacterial colonies for antimicrobial susceptibility testing. Results: the professionals were not trained to disinfect the equipment. Eight carried the oximeters in their lab coats, and one carried them on a tray. They rarely disinfected the inside of the device fearing the 70% ethyl alcohol would damage the sensor. In 17 samples, different bacterial genera grew. 17.7% were multidrug-resistant to antimicrobials. Conclusion: it was observed that Nursing professionals don’t disinfect finger oximeters correctly. The use of 70% isopropyl alcohol is recommended to disinfect the sensors, since it doesn’t damage the equipment, and 70% ethyl alcohol to sanitize the patients’ fingers before and after the tests.
Objetivo: analisar a prática da desinfecção dos oxímetros de dedo realizada pelos profissionais de Enfermagem. Métodos: estudo quantitativo, descritivo e transversal com nove profissionais em unidade clínica hospitalar. Coletaram-se 18 amostras com swab, uma interna e uma externa de cada equipamento, isolando-se 51 colônias bacterianas para a testagem de suscetibilidade aos antimicrobianos. Resultados: os profissionais não recebiam capacitação para a desinfecção do aparelho. Oito transportavam os oxímetros nos jalecos e um, na bandeja. Raramente desinfetavam o interior do aparelho por receio do álcool etílico 70% danificar o sensor. Em 17 amostras, cresceram diferentes gêneros bacterianos. Foram multirresistentes aos antimicrobianos 17,7%. Conclusão: observou-se que os profissionais de Enfermagem não desinfetam corretamente os oxímetros de dedo. Recomendam-se o uso de álcool isopropílico 70% para desinfetar os sensores, por este não danificar o equipamento, e o uso de álcool etílico 70% na higienização dos dedos dos pacientes antes e após os testes.
 
Publisher Universidade Federal do Ceará
 
Date 2021-04-19
 
Type info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
 
Format application/pdf
application/pdf
 
Identifier http://periodicos.ufc.br/rene/article/view/61222
10.15253/2175-6783.20212261222
 
Source Rev Rene; Vol 22 (2021): Rev Rene; e61222
Rev Rene; v. 22 (2021): Rev Rene; e61222
2175-6783
1517-3852
 
Language por
eng
 
Relation http://periodicos.ufc.br/rene/article/view/61222/196696
http://periodicos.ufc.br/rene/article/view/61222/196697
 
Rights Copyright (c) 2021 Rev Rene
https://creativecommons.org/licenses/by/4.0
 

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