Reviewing the etymology of 'abacaxi' (‘pineapple’) with new historical and philological data

Filologia e Linguística Portuguesa

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Title Reviewing the etymology of 'abacaxi' (‘pineapple’) with new historical and philological data
Reavaliando a etimologia de abacaxi a partir de novos dados histórico-filológicos
 
Creator Maroneze, Bruno
 
Subject Etimologia
Filologia
Tupinismos
Palavras de origem tupi
Etymology
Philology
Tupinisms
Words of Tupian origin
 
Description The consensual etymological hypothesis for abacaxi ‘pineapple’ is that this word originates from the Tupi, by the combination of the elements yvá ‘fruit’ and katĩ ‘that smells’, ‘that exhalates smell’. In this article, this hypothesis is reevaluated based on data from previous attestations of this word. Initially, lexicographic data with etymological descriptions are presented (section 2); then, we evaluate the phonetic-phonological transformations implied by the consensual hypothesis, leading to the conclusion that this hypothesis it is controversial (section 3). In section 4, historical-philological data are presented that show that the word abacaxi designated an indigenous people, a river and a Jesuit mission, at least a century before designating a fruit. Thus, it is incoherent to assume that a word that referred to a people could have as its etymology ‘fruit that smells’. Finally, we conclude that the consensual etymological hypothesis should be treated as controversial and that a new etymological hypothesis should be sought not for the name of a fruit, but for the name of an indigenous people.
A hipótese etimológica consensual para abacaxi é que esta unidade lexical se origina do tupi, pela junção dos elementos yvá “fruta” e katĩ “que recende”, “que exala cheiro”. No presente artigo, essa hipótese é reavaliada a partir de dados de atestações anteriores desta unidade lexical. Inicialmente, apresentam-se dados lexicográficos com descrições etimológicas (seção 2); em seguida, avaliam-se as transformações fonético-fonológicas implicadas pela hipótese consensual, que levam à conclusão de que se trata de hipótese controversa (seção 3). Na seção 4, apresentam-se dados histórico-filológicos que mostram que a unidade lexical abacaxi designou um povo indígena, um rio e uma missão jesuítica, no mínimo um século antes de passar a designar uma fruta. Dessa forma, torna-se incoerente supor que uma unidade lexical que se referia a um povo pudesse ter como étimo “fruta que recende”. Por fim, conclui-se que a hipótese etimológica consensual deve ser tratada como controversa e que uma nova hipótese etimológica deve ser buscada não para o nome de uma fruta, mas sim para o nome de um povo indígena.
 
Publisher Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
 
Date 2020-12-22
 
Type info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
 
Format application/pdf
 
Identifier https://www.revistas.usp.br/flp/article/view/166154
10.11606/issn.2176-9419.v22iEspecialp205-215
 
Source Filologia e Linguística Portuguesa; v. 22 n. Especial (2020); 205-215
Filologia e Linguística Portuguesa; Vol. 22 No. Especial (2020); 205-215
2176-9419
 
Language por
 
Relation https://www.revistas.usp.br/flp/article/view/166154/167249
 
Rights Copyright (c) 2020 Bruno Maroneze
http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
 

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