Familiar/Familial Strangeness: The Place of Narration in John Banville’s Eclipse and The Sea and Mike McCormack’s Solar Bones / O Estranhamento Familiar: O Lugar da Narração em Eclipse e The Sea, de John Banville, e em Solar Bones, de Mike McCormack

ABEI Journal

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Title Familiar/Familial Strangeness: The Place of Narration in John Banville’s Eclipse and The Sea and Mike McCormack’s Solar Bones / O Estranhamento Familiar: O Lugar da Narração em Eclipse e The Sea, de John Banville, e em Solar Bones, de Mike McCormack

 
Creator Cheong, Adel
 
Subject Memory; identity; the house; defamiliarisation; places of narration; memória; identidade; casa; desfamiliarização; locais de narração.

 
Description Abstract: The trope of returning back to the childhood home, in middle age, after some kind of tragedy has struck is central to both the plot and act of narration in John Banville’s Eclipse (2000) and The Sea (2005). This withdrawal to the past is not simply a thematic element, but also a narrative strategy through which Banville casts an indirect gaze at the world as he describes it. Reality is, thus, never what is simply before your eyes but layered with echoes of the past, more specifically what we remember or imagine to be the past. The return home is also central to Mike McCormack’s Solar Bones (2016), in which Marcus Conway, the ghost-narrator finds himself back at his kitchen table where he reminisces about the past. What unites these novels is the act of narration, or the act of writing, that is carried out in these childhood spaces and places that are key to the ways in which these protagonists understand and confront their sense of identity although this notion of return is met with resistance or not fully understood by oneself. Extending this idea of what the house could symbolize in the context of Banville’s artistic aims, I examine the relationship between past and present, the act of writing for an imagined audience in one's childhood home, and how the spatial dimensions of the house itself relate to or reveal the aesthetics of these novels. Mike McCormack, whose writing has recently gained increasing critical attention, is one Irish author who makes an interesting counterpoint to Banville, in that similar concerns about identity and memory are reflected in the space of the home but in markedly different ways. This essay, hence, will demonstrate certain commonalities between these three novels while distinguishing how each engages with representations of space and place, particularly in the context of identity and the idea of home.Resumo: O tropo do retorno ao lar da infância, na meia-idade, após algum tipo de tragédia é central para a trama e para o ato de narrar em Eclipse (2000) e The Sea (2005), de John Banville. Revisitar o passado não é apenas um elemento temático, mas também uma estratégia narrativa por meio da qual Banville lança um olhar indireto para o mundo como ele o descreve. A realidade nunca é, portanto, o que parece diante de seus olhos, pois está mergulhada em ecos do passado, mais especificamente do que lembramos ou imaginamos ser o passado. A volta para casa também é central para Solar Bones (2016), de Mike McCormack, em que Marcus Conway, o narrador-fantasma, vê-se novamente sentado à mesa da cozinha, onde relembra o passado. O que une esses romances é o ato de narrar, ou o ato de escrever, realizado nesses espaços e lugares da infância que são fundamentais para a maneira pela qual esses protagonistas entendem e confrontam seu senso de identidade, embora essa noção de retorno seja não só percebida com resistência, como também mal compreendida em sua totalidade. Ampliando a ideia do que a casa poderia simbolizar no contexto dos objetivos artísticos de Banville, examino a relação entre passado e presente, o ato de escrever para um público imaginado na casa de infância e como as dimensões espaciais da casa se relacionam ou revelam a estética desses romances. Mike McCormack, cuja escrita tem recebido crescente atenção crítica, é um autor irlandês que faz um contraponto interessante a Banville, na medida em que preocupações semelhantes sobre identidade e memória são refletidas no espaço da casa, mas de maneiras marcadamente diferentes. Este ensaio, portanto, demonstrará certas semelhanças entre esses três romances, enquanto distingue como cada um se envolve com representações de espaço e lugar, particularmente no contexto da identidade e da ideia de lar.

 
Publisher FFLCH/ABEI
 
Contributor

 
Date 2020-09-04
 
Type info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
Avaliado pelos pares
 
Format application/pdf
 
Identifier http://revistas.fflch.usp.br/abei/article/view/3848
10.37389/abei.v22i1.3848
 
Source ABEI Journal; v. 22, n. 1 (2020): ABEI Journal 22.1 — Word Upon World: Half a Century of John Banville's Universes; 61-73
2595-8127
1518-0581
10.37389/abei.v22i1
 
Language eng
 
Relation http://revistas.fflch.usp.br/abei/article/view/3848/3164
 
Rights Direitos autorais 2020 Adel Cheong
https://creativecommons.org/licenses/by/4.0
 

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