A facilidade do apagamento da história: ‘Orra’, a rasura da voz feminina e a tragédia na loucura

Matraga

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Title A facilidade do apagamento da história: ‘Orra’, a rasura da voz feminina e a tragédia na loucura
Easily erasing history: ‘Orra’, the obliteration of the female voice and the tragedy in madness
 
Creator Cianconi, Vanessa
 
Subject Literatura Comparada; Literaturas de Língua Inglesa; Teatro Inglês
Esquecimento; Joanna Baillie; teatro; século XIX
Linguistics; Portuguese Language; Literary Theory; Brazilian Literature; Portuguese Literature; English Literature
Oblivion; Joanna Baillie, theater; 19th century
 
Description Perversity in the 19th century society goes beyond the simple definition of what is perverse in the dictionary; perversity lied on the oblivion not only of the feminine voice, but on the oblivion of the act of hiding society problems that could be discussed in the English scene. Suppress, hide, take off the stage voices, which had something to say, and erase what could have been presented to the public in order to make them think. Joanna Baillie’s theater tried to be different while argued that the woman, alone, was not prone to a superstitious fear. This article questions the fact that the play Orra: A Tragedy treads a path opposite to what the playwright defended in her theory of the tragedy. When Orra, Baillie’s independent and strong woman, goes mad at the end of the play, she turns herself into the standard 19th century weak woman and the oblivion, in its turn, is a double oblivion: the playwright’s memory in history and her female character.
A perversidade do século XIX vai além da simples definição do que é perverso no dicionário, a perversão de então estava no apagamento não somente da voz feminina, mas no apagamento do ato de ocultar os problemas da sociedade a serem discutidos na cena inglesa. Suprimir, esconder, tirar do palco as vozes que tinham o que dizer e eliminar o que poderia ser apresentado ao público a fim de faze-lo pensar. O teatro de Joanna Baillie tentou ser diferente enquanto argumentava que a mulher, isoladamente, não era suscetível ao medo supersticioso. Este artigo questiona o fato da peça Orra: A tragedy perfazer um caminho oposto ao defendido pela dramaturga em sua teoria da tragédia. No ato de enlouquecer ao final da peça, Orra, a mulher independente e forte de Baillie, se transforma na típica mulher fraca do século XIX e o apagamento acaba, por sua vez, sendo duplo, o da memória da dramaturga na história e o da sua personagem feminina.
 
Publisher Universidade do Estado do Rio de Janeiro
 
Contributor

 
Date 2019-05-09
 
Type info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
artigo de literatura
artigos de literatura
 
Format application/pdf
 
Identifier https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/matraga/article/view/37608
10.12957/matraga.2019.37608
 
Source Matraga - Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras da UERJ; v. 26, n. 46 (2019): Miscelânea; 246-261
MATRAGA - Journal published by the Graduate Program in Letters at Rio de Janeiro State University (UERJ); v. 26, n. 46 (2019): Miscelânea; 246-261
2446-6905
1414-7165
 
Language por
 
Relation https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/matraga/article/view/37608/29982
 
Rights Direitos autorais 2019 Matraga - Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras da UERJ
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
 

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