SECOND NATURE ACCORDING TO HEGEL AND MARX

Revista Eleuthería (ελευθερία)

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Field Value
 
Title SECOND NATURE ACCORDING TO HEGEL AND MARX
SEGUNDA NATUREZA EM HEGEL E MARX
 
Creator Bavaresco, Agemir
Iber, Christian
Garcia Lara, Eduardo
 
Subject Habit and ethics (Hegel). Reification and naturalization of social conditions (Marx). Alienation. Emancipation and freedom (Hegel, Marx).
Hábito e eticidade (Hegel). Reificação e naturalização das relações sociais (Marx). Alienação. Emancipação e liberdade (Hegel, Marx).
 
Description According to Hegel, the spirit and its freedom can only gain stability by forming itself into a second nature that is as solid and stable as the first nature. In habit, the subjective abilities of individuals are objectified and thus stabilized and automated into a second nature. The setting, i.e. the creation of being, is the secret of the freedom of the spirit, says Hegel. The ethics as the second nature of the objective spirit is, so to speak, a “precarious home” of individuals. The precarious thing is that the second nature has a tendency to negate the freedom of the spirit because it is much stronger and more stable than the first. The finite objective spirit defends itself against this danger by becoming absolute. With Marx this is different. Social relations under capitalism are not a second nature, but appear as a pseudo-nature, as a natural appearance. The ideological naturalization of the social conditions in the consciousness of individuals is an indication that these are unreasonably arranged. The second nature in which they can find a home lies in a future socialist society.
Para Hegel, o espírito e sua liberdade podem apenas alcançar estabilidade, na medida em que eles formam uma segunda natureza que seja tão firme e estável quanto a primeira natureza. No hábito, as capacidades subjetivas dos indivíduos são objetivadas e assim estabilizadas e automatizadas em uma segunda natureza. O pôr, isto é, o produzir do ser é o segredo da liberdade do espírito, diz Hegel. O precário é que a segunda natureza tem a tendência de negar a liberdade do espírito, porque ela é ainda mais firme e estável que a primeira natureza. Contra esse perigo, o espírito se defende, na medida em que se torna absoluto. A segunda natureza do espírito objetivo é como que uma “pátria precária” dos indivíduos. A interpretação de Marx é diferente. No capitalismo, as relações sociais não caracterizam uma segunda natureza, mas aparecem como uma pseudonatureza, como aparência da natureza. A naturalização ideológica das relações sociais na consciência dos indivíduos é um indício de que essas estão estabelecidas de modo não racional. A segunda natureza, na qual eles poderão encontrar sua pátria, reside em uma sociedade socialista futura.
 
Publisher SEER - Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas
 
Date 2020-07-08
 
Type info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
Text
Texto
Texte
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Format application/pdf
 
Identifier https://periodicos.ufms.br/index.php/reveleu/article/view/10342
 
Source Eleuthería - Revista do Curso de Filosofia da UFMS; v. 5 n. 08 (2020); 23 - 45
2527-1393
 
Language por
 
Relation https://periodicos.ufms.br/index.php/reveleu/article/view/10342/7785
 

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