El translenguaje digital, estrategia discursiva ecológica de jóvenes bilingües quechua – castellano en Facebook y whatsapp

Ecolinguística: Revista brasileira de ecologia e linguagem

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Title El translenguaje digital, estrategia discursiva ecológica de jóvenes bilingües quechua – castellano en Facebook y whatsapp
 
Creator Limachi Pérez, Vicente
 
Description Indigenous languages ​​in Bolivia are vulnerable in digital social networks. Despite their recognition and officialization, their face-to-face and digital use in everyday interactions are restricted to the adult population and to small and intimate areas. Digital social networks constitute a new relational scenario for young people of Quechua origin who experience new forms of communication through a multimodal language that forces the Quechua language to fight its displacement and resist the onslaught by Spanish and English. From the digital ethnography of speech as a qualitative method that involved the application of techniques such as digital observation, interview and linguistic autobiography, the article shows how young schoolchildren from two provinces of the Department of Cochabamba, Bolivia, develop a translanguage that combines and complements the use of Quechua and Spanish languages ​​in their digital interactions on Facebook and WhatsApp. Contrary to what is stated by classical linguistic theory – alternation, code mixing and interference as a reflection of the imperfections of bilingualism –, in this article we propose that translanguage constitutes an ecological discursive strategy that reflects the mastery of the languages ​​that are part of the comprehensive linguistic repertoire of bilingual speakers, their complementary use skills and the rules of interaction and interpretation in digital interactions based on communication needs, interlocutors, conversation topics and communicative intentions.
Las lenguas indígenas en Bolivia son vulnerables en las redes sociales digitales. A pesar del reconocimiento y la oficialización de las lenguas indígenas, su uso presencial y digital en las interacciones sociales cotidianas se restringe a la población adulta y a ámbitos reducidos e íntimos. Las redes sociales digitales constituyen un nuevo escenario relacional para los jóvenes de origen quechua que experimentan nuevas formas de comunicación vehiculadas por un lenguaje multimodal que expone a la lengua quechua a batallar entre el desplazamiento y la resistencia a la arremetida del castellano y del inglés. A partir de la etnografía digital del habla como método cualitativo que implicó la aplicación de técnicas como la observación digital, la entrevista y la autobiografía lingüística, el artículo muestra cómo los jóvenes escolares de dos provincias del Departamento de Cochabamba, Bolivia, desarrollan un translenguaje que combina y complementa el uso de las lenguas quechua y castellano en sus interacciones digitales en Facebook y WhatsApp. Contrariamente a lo planteado por la teoría lingüística clásica, la alternancia, la mezcla de códigos y las interferencias como reflejo de las imperfecciones del bilingüismo, en este artículo planteamos que el translenguaje constituye una estrategia discursiva ecológica que refleja el dominio de las lenguas que forman parte del repertorio lingüístico integral de los hablantes bilingües, sus habilidades de uso complementario de las mismas y las normas de interacción e interpretación en las interacciones digitales en función a la necesidades comunicacionales, a los interlocutores, a las temáticas de conversación y a las intenciones comunicativas.
As línguas indígenas na Bolívia são vulneráveis ​​nas redes sociais digitais. Apesar do reconhecimento e oficialização das línguas indígenas, seu uso presencial e digital nas interações sociais cotidianas é restrito à população adulta e a áreas pequenas e íntimas. As redes sociais digitais constituem um novo cenário interacional para jovens de origem quéchua que experimentam novas formas de comunicação impulsionadas por uma linguagem multimodal que expõe a língua quéchua a uma luta entre deslocamento e resistência ao ataque do espanhol e do inglês. A partir da etnografia digital da fala como método qualitativo que envolve a aplicação de técnicas como observação digital, entrevista e autobiografia linguística, o artigo mostra como os jovens escolares de duas províncias do Departamento de Cochabamba, na Bolívia, desenvolvem uma tradução que combina e complementa o uso dos idiomas quéchua e espanhol em suas interações digitais no Facebook e via WhatsApp. Ao contrário do que afirma a teoria linguística clássica – alternância, mistura de código e interferência como reflexo das imperfeições do bilinguismo –, neste artigo propomos que a translinguagem constitui uma estratégia discursiva ecológica que reflete o domínio das línguas que fazem parte do repertório linguístico abrangente de falantes bilíngues, suas habilidades complementares de uso e as regras de interação e interpretação nas interações digitais com base nas necessidades de comunicação, interlocutores, tópicos de conversação e intenções comunicativas.
 
 
Publisher Programa de Pós-Graduação em Linguística (UnB-PPGL)
 
Date 2020-03-10
 
Type info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
 
Format application/pdf
 
Identifier https://periodicos.unb.br/index.php/erbel/article/view/29898
 
Source Ecolinguística: Revista brasileira de ecologia e linguagem (ECO-REBEL); Vol. 6 No. 1 (2020); 83-103
Ecolinguística: Revista brasileira de ecologia e linguagem (ECO-REBEL); v. 6 n. 1 (2020); 83-103
2447-7052
 
Language por
 
Relation https://periodicos.unb.br/index.php/erbel/article/view/29898/25461
 
Rights Copyright (c) 2020 Ecolinguística: Revista brasileira de ecologia e linguagem (ECO-REBEL)
 

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