Paralympic sport as a space of belonging: André Brasil's enigma

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Title Paralympic sport as a space of belonging: André Brasil's enigma
El deporte paralímpico como espacio de pertenencia: el enigma de André Brasil
O esporte paralímpico como espaço de pertencimento: o enigma de André Brasil
 
Creator Tonon, Luciane Maria Micheletti
 
Description The human being has a symbolic relationship with the space in which he lives, lives together and places himself. Bachelard brings the "house" as a poetic image of space that welcomes, confines, diminishes, increases, projects and allows each one to have his identity. But what remains when one is abruptly deprived of this space, of that 'house', of that habitat. This is the question that the article intends to answer when making an analogy by the imaginary, of the paralympic sport as the "house", occupied by a disabled athlete. More specifically, the case study of the swimmer André Brasil, who after 14 years of his career, was considered ineligible by classifiers of the International Paralympic Committee (IPC). The analysis of his speech refers image to the film: The Enigma of Kaspar Houser. The investigative method is that of biographical narratives, which extends beyond historical or social milestones and enters the field of subjectivity marked by symbolic constructions that must be understood in this context. Thus, the objective of this article is to attest, through the prism of subjectivity, the sport as a space of belonging of the paralympic athlete and its representativeness in the trajectory of the athlete.
References
1 Bachelard G. A poética do espaço. São Paulo: Martins Fontes; 1993.
2 Cassirer E. A filosofia das formas simbólicas: III Fenomenologia do Conhecimento. São Paulo: Martins Fontes; 2011.
3 Sachete AS, Brisolara VS. Análise vigoskyana do filme O Enigma de Kaspar Hauser. Signo. 2013, 38(65): 114-115.
4 IPC. Explanatory guide to Paralympic classification. International Paralympic Connitte; 2015 [citado 25 nov. 2017]. Disponível em https://www.paralympic.org/sites/default/files/document/150915170806821_2015_09_15+Explanatory+guide+Classification_summer+FINAL+_5.pdf.
5 Rubio K. Preservação da Memória: A responsabilidade social dos Jogos Olímpicos. São Paulo: Képos; 2014.
6 Rubio K. Narrativas Biográficas: A construção de um método. São Paulo: Laços; 2016.
7 Benjamin W.  Obras escolhidas (vol. 1). São Paulo: Brasiliense; 2012.
8 Leão L. Narrativas e Histórias de vida na pesquisa acadêmica: Reflexões sobre o método. In: K RUBIO (Org.). Narrativas Biográficas: Da busca à construção de um método. São Paulo: Laços, 2016. p. 21-37.
9 Merleau-Ponty M. Fenomenologia da Percepção. São Paulo: Martins Fontes; 1999.
10 Bakhatin M. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec Editora; 1981.
11 Queiroz MIP de. Relatos orais: do "indizível" ao "dizível". In: Experimentos com histórias de vida: Itália-Brasil. São Paulo: Vértice; 1988.
12 Meihy JCS, Holanda F. História Oral: Como fazer, como pensar. São Paulo: Editora Contexto; 2013.
El ser humano tiene una relación simbólica con el espacio en que habita, convive y se sitúa. Bachelard trae la "casa" como imagen poética del espacio que acoge, confina, disminuye, aumenta, proyecta y deja cada uno tener su identidad. Pero, lo que queda cuando se es abruptamente privado de ese espacio, de esa "casa", de ese hábitat. Esta es la cuestión que el artículo pretende responder al hacer una analogía por el imaginario, del deporte paralímpico como siendo la "casa", ocupada por un atleta con discapacidad. Más específicamente, el estudio de caso del nadador André Brasil, que, tras 14 años de carrera, fue considerado inelegible por clasificadores del Comité Internacional Paralímpico - IPC. El análisis de su discurso remite a la película: El Enigma de Kaspar Houser. El método investigativo es el de narrativas biográficas, que se extiende más allá de marcos históricos o sociales y adentra el campo de la subjetividad marcado por construcciones simbólicas que deben ser entendidas en ese contexto. Siendo así, el objetivo de este artículo es atestar, por el prisma de la subjetividad, el deporte como un espacio de pertenencia del atleta paralímpico y su representatividad en la trayectoria del atleta.
Referências
1 Bachelard G. A poética do espaço. São Paulo: Martins Fontes; 1993.
2 Cassirer E. A filosofia das formas simbólicas: III Fenomenologia do Conhecimento. São Paulo: Martins Fontes; 2011.
3 Sachete AS, Brisolara VS. Análise vigoskyana do filme O Enigma de Kaspar Hauser. Signo. 2013, 38(65): 114-115.
4 IPC. Explanatory guide to Paralympic classification. International Paralympic Connitte; 2015 [citado 25 nov. 2017]. Disponível em https://www.paralympic.org/sites/default/files/document/150915170806821_2015_09_15+Explanatory+guide+Classification_summer+FINAL+_5.pdf.
5 Rubio K. Preservação da Memória: A responsabilidade social dos Jogos Olímpicos. São Paulo: Képos; 2014.
6 Rubio K. Narrativas Biográficas: A construção de um método. São Paulo: Laços; 2016.
7 Benjamin W.  Obras escolhidas (vol. 1). São Paulo: Brasiliense; 2012.
8 Leão L. Narrativas e Histórias de vida na pesquisa acadêmica: Reflexões sobre o método. In: K RUBIO (Org.). Narrativas Biográficas: Da busca à construção de um método. São Paulo: Laços, 2016. p. 21-37.
9 Merleau-Ponty M. Fenomenologia da Percepção. São Paulo: Martins Fontes; 1999.
10 Bakhatin M. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec Editora; 1981.
11 Queiroz MIP de. Relatos orais: do "indizível" ao "dizível". In: Experimentos com histórias de vida: Itália-Brasil. São Paulo: Vértice; 1988.
12 Meihy JCS, Holanda F. História Oral: Como fazer, como pensar. São Paulo: Editora Contexto; 2013.
O ser humano tem uma relação simbólica com o espaço em que habita, convive e se situa. Bachelard traz a “casa” como imagem poética do espaço que acolhe, confina, diminui, aumenta, projeta e deixa cada um possa ter sua identidade. Mas, o que resta quando se é abruptamente privado desse espaço, dessa “casa”, desse habitat. Esta é a questão que o artigo pretende responder ao fazer uma analogia pelo imaginário, do esporte paralímpico como sendo a “casa”, ocupada por um atleta com deficiência. Mais especificamente, com o estudo de caso do nadador André Brasil, que após 14 anos de carreira, foi considerado inelegível por classificadores do Comitê Internacional Paralímpico – IPC. A análise de seu discurso remete imageticamente ao filme: O Enigma de Kaspar Houser. O método investigativo é o de narrativas biográficas, que se estende para além de marcos históricos ou sociais e adentra o campo da subjetividade marcado por construções simbólicas que devem ser entendidas nesse contexto. Sendo assim, o objetivo deste artigo é atestar, pelo prisma da subjetividade, o esporte como um espaço de pertencimento do atleta paralímpico e sua representatividade na trajetória do atleta.
Referências
1 Bachelard G. A poética do espaço. São Paulo: Martins Fontes; 1993.
2 Cassirer E. A filosofia das formas simbólicas: III Fenomenologia do Conhecimento. São Paulo: Martins Fontes; 2011.
3 Sachete AS, Brisolara VS. Análise vigoskyana do filme O Enigma de Kaspar Hauser. Signo. 2013, 38(65): 114-115.
4 IPC. Explanatory guide to Paralympic classification. International Paralympic Connitte; 2015 [citado 25 nov. 2017]. Disponível em https://www.paralympic.org/sites/default/files/document/150915170806821_2015_09_15+Explanatory+guide+Classification_summer+FINAL+_5.pdf.
5 Rubio K. Preservação da Memória: A responsabilidade social dos Jogos Olímpicos. São Paulo: Képos; 2014.
6 Rubio K. Narrativas Biográficas: A construção de um método. São Paulo: Laços; 2016.
7 Benjamin W.  Obras escolhidas (vol. 1). São Paulo: Brasiliense; 2012.
8 Leão L. Narrativas e Histórias de vida na pesquisa acadêmica: Reflexões sobre o método. In: K RUBIO (Org.). Narrativas Biográficas: Da busca à construção de um método. São Paulo: Laços, 2016. p. 21-37.
9 Merleau-Ponty M. Fenomenologia da Percepção. São Paulo: Martins Fontes; 1999.
10 Bakhatin M. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec Editora; 1981.
11 Queiroz MIP de. Relatos orais: do "indizível" ao "dizível". In: Experimentos com histórias de vida: Itália-Brasil. São Paulo: Vértice; 1988.
12 Meihy JCS, Holanda F. História Oral: Como fazer, como pensar. São Paulo: Editora Contexto; 2013.
 
Publisher Olimpianos
 
Date 2019-07-06
 
Type info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
 
Format application/pdf
 
Identifier http://olimpianos.com.br/journal/index.php/Olimpianos/article/view/53
10.30937/2526-6314.v2n2.id53
 
Source Olimpianos - Journal of Olympic Studies; Vol 2 No 2 (2018); 400-408
Olimpianos - Journal of Olympic Studies; Vol. 2 Núm. 2 (2018); 400-408
Olimpianos - Journal of Olympic Studies; v. 2 n. 2 (2018); 400-408
2526-6314
 
Language por
 
Relation http://olimpianos.com.br/journal/index.php/Olimpianos/article/view/53/36
 
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