The olympization of sporting modalities and the myth of the artificial construction of bodies: The case of Olympic Climbing

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Title The olympization of sporting modalities and the myth of the artificial construction of bodies: The case of Olympic Climbing
La olimpización de modalidades deportivas y el mito de la construcción artificial de los cuerpos: El caso de la Escalada Olímpica
A olimpização de modalidades esportivas e o mito da construção artificial dos corpos: O caso da Escalada Olímpica
 
Creator Veloso, Rafael Campos
 
Description The Olympic Games to be held in Tokyo in the year 2020 will include the inclusion of climbing, surfing and skateboarding, sporting modalities with unique characteristics within their own culture of movement. In this article, we will discuss the process of including sports climbing in the Olympic program, which is considered to be multifactorial, and it is here delimited in the discussion about the effects of the modeling of sports climbing on the feedback of the Olympic Movement, with a universal and secular characteristic, on the traditional dimensions of this body culture of movement and, especially, on the bodies that actually carry it out, the climbers. The theoretical-methodological path to approach the theme is based on the ontological dynamics, such as the mythical narratives, provided by authors of the field of imaginary studies, where the central question in the development of this study is the relation between the Olympic climbing as an artificial movement and the the mythical theme of the artificial construction and animation of a body, and the power of domination over its movement.
References
1 Rubio K. Olimpização: Notas sobre o desejo de inclusão no modelo olímpico. In: Rubio K, editor. Do Pós ao Neo Olimpismo: Esporte e Movimento Olímpico no Século XXI. São Paulo: Laços Editora; 2019. p. 23–39.
2 Sironneau J-P. Introdução: Retorno do Mito ou Hermenêutica do Mito. In: Araújo AF, Almeida R, Beccari M, editors. O Mito de Frankenstein: Imaginário e Educação. São Paulo: FEUSP; 2018. p. 11–31.
3 Wunenburger J-J. O Imaginário. São Paulo: Edições Loyola; 2007.
4 Wunenburger J-J, Araújo AF. Educação e Imaginário: Introdução a uma filosofia do imaginário educacional. São Paulo: Cortez; 2006. 
5 Pitta DPR. Iniciação à teoria do imaginário de Gilbert Durand. Curitiba: Editora CVR; 2017.
6 Durand G. As Estruturas Antropológicas do Imaginário. São Paulo: Martins Fontes; 2001. 
7 Durand G. Pas à Pas Mythocritique. In: Champs de L’imaginaire. Grenoble: ELLUG; 1996. p. 262.
8 Araújo AF, Almeida R de. Fundamentos Metodológicos do Imaginário: Mitocrítica e Mitanálise. Téssara. 2018;1(1):18–42.
9 Ribeiro JA. A Utopia da Fabricação do Homem. In: Araújo AF, Almeida R de, Beccari M, editors. O Mito de Frankenstein: Imaginário e Educação. São Paulo: FEUSP; 2018. p. 136–57.
10 Almeida R de. O mito de Frankestein no cinema. In: Araújo AF, Almeida R de, Beccari M, editors. O Mito de Frankenstein: Imaginário e Educação. São Paulo: FEUSP; 2018. p. 158–74.
11 Guimarães AR, Araújo AF. Como Criar um Monstro: O Manual de Instruções do Dr. Victor Frankenstein. In: Araújo AF, Almeida R De, Beccari M, editors. O mito de Frankenstein: imaginário & educação. São Paulo: FEUSP; 2018. p. 71–87.
12 Araújo AF, Guimarães AR. Victor Frankestein: Um Prometeu Moderno? In: Araújo AF, Almeida R de, Beccari M, editors. O Mito de Frankenstein: Imaginário e Educação. São Paulo: FEUSP; 2018. p. 88–113.
13 Shelley M. Frankenstein. Lisboa: Asa; 2015.
14 Whale J. Frankenstein. Estados Unidos da América; 1931.
15 Union Internacionationale des Associations d’Alpinime (UIAA). 2019 [citado 27 mai. 2019. Disponível em www.theuiaa.org.
16 Rubio K. From Amateurism to Professionalism: Sport’s Transformations by the Brazilian Olympic Athletes’ Lenses. Humanit Soc Sci. 2013;1(3):85.
17 Debord G. A Sociedade do Espetáculo: Comentários sobre a sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto; 2003. 
18 Veloso RC. As montanhas para o ciclismo de estrada: a provação dos heróis. In: Rubio K, editor. Esporte e Mito. São Paulo: Képos; 2017. p. 183–97.
19 Berque A. Geogramas, por uma ontologia dos fatos geograficos. Rev Geogr. 2012;1(1): 4-12.
20 International Federation of Sport Climbing (IFSC). 2019 [citado 27 mai. 2019. Disponível em ww.ifsc-climbing.org/.
21 Rubio K, Veloso RC, Leão L. Between solar and lunar hero: a cartographic study of Brazilian Olympic athletes in the social imaginary. Imago A J Soc Imaginary. 2018;(11):147–162.
22 Huizinga J. Homo Ludens. 8a. São Paulo: Perspectiva; 2014. 
Los Juegos Olímpicos que se celebrarán en Tokio en el año 2020 contarán con la inclusión de la escalada, del surf, y del skate, modalidades deportivas con características singulares en el ámbito de su cultura propia de movimiento. En este artículo se aborda el proceso de inclusión de la escalada deportiva en el programa olímpico que, considerado multifactorial, está aquí delimitado en la discusión sobre los efectos del modelado de la escalada deportiva al plan del Movimiento Olímpico, de característica universalizante y secular, sobre las dimensiones tradicionales de esta cultura corporal de movimiento y, principalmente, sobre los cuerpos que de hecho la protagonizan, los escaladores. El camino teórico-metodológico para abordar el tema se basa en las dinámicas ontológicas, como las narrativas míticas, proporcionadas por autores del campo de los estudios del imaginario, donde la cuestión central en el desarrollo de este estudio es la relación entre la Escalada Olímpica como movimiento artificial y el tema mítico de la construcción y animación artificial de un cuerpo, y del poder de dominio sobre su movimiento.
Referências
1 Rubio K. Olimpização: Notas sobre o desejo de inclusão no modelo olímpico. In: Rubio K, editor. Do Pós ao Neo Olimpismo: Esporte e Movimento Olímpico no Século XXI. São Paulo: Laços Editora; 2019. p. 23–39.
2 Sironneau J-P. Introdução: Retorno do Mito ou Hermenêutica do Mito. In: Araújo AF, Almeida R, Beccari M, editors. O Mito de Frankenstein: Imaginário e Educação. São Paulo: FEUSP; 2018. p. 11–31.
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7 Durand G. Pas à Pas Mythocritique. In: Champs de L’imaginaire. Grenoble: ELLUG; 1996. p. 262.
8 Araújo AF, Almeida R de. Fundamentos Metodológicos do Imaginário: Mitocrítica e Mitanálise. Téssara. 2018;1(1):18–42.
9 Ribeiro JA. A Utopia da Fabricação do Homem. In: Araújo AF, Almeida R de, Beccari M, editors. O Mito de Frankenstein: Imaginário e Educação. São Paulo: FEUSP; 2018. p. 136–57.
10 Almeida R de. O mito de Frankestein no cinema. In: Araújo AF, Almeida R de, Beccari M, editors. O Mito de Frankenstein: Imaginário e Educação. São Paulo: FEUSP; 2018. p. 158–74.
11 Guimarães AR, Araújo AF. Como Criar um Monstro: O Manual de Instruções do Dr. Victor Frankenstein. In: Araújo AF, Almeida R De, Beccari M, editors. O mito de Frankenstein: imaginário & educação. São Paulo: FEUSP; 2018. p. 71–87.
12 Araújo AF, Guimarães AR. Victor Frankestein: Um Prometeu Moderno? In: Araújo AF, Almeida R de, Beccari M, editors. O Mito de Frankenstein: Imaginário e Educação. São Paulo: FEUSP; 2018. p. 88–113.
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15 Union Internacionationale des Associations d’Alpinime (UIAA). 2019 [citado 27 mai. 2019. Disponível em www.theuiaa.org.
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17 Debord G. A Sociedade do Espetáculo: Comentários sobre a sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto; 2003. 
18 Veloso RC. As montanhas para o ciclismo de estrada: a provação dos heróis. In: Rubio K, editor. Esporte e Mito. São Paulo: Képos; 2017. p. 183–97.
19 Berque A. Geogramas, por uma ontologia dos fatos geograficos. Rev Geogr. 2012;1(1): 4-12.
20 International Federation of Sport Climbing (IFSC). 2019 [citado 27 mai. 2019. Disponível em ww.ifsc-climbing.org/.
21 Rubio K, Veloso RC, Leão L. Between solar and lunar hero: a cartographic study of Brazilian Olympic athletes in the social imaginary. Imago A J Soc Imaginary. 2018;(11):147–162.
22 Huizinga J. Homo Ludens. 8a. São Paulo: Perspectiva; 2014. 
Os Jogos Olímpicos que acontecerão em Tóquio, no ano de 2020, contarão com a inclusão da escalada, do surf, e do skate, modalidades esportivas com características singulares no âmbito de sua cultura própria de movimento. Abordaremos neste artigo o processo de inclusão da escalada esportiva no programa olímpico que, considerado multifatorial, é aqui delimitado na discussão acerca dos efeitos da modelagem da escalada esportiva ao gabarito do Movimento Olímpico, de característica universalizante e secular, sobre as dimensões tradicionais desta cultura corporal de movimento e, principalmente, sobre os corpos que de fato a protagonizam, os escaladores. O trajeto teórico-metodológico para abordar o tema é baseado nas dinâmicas ontológicas, como as narrativas míticas, fornecidas por autores do campo dos estudos do imaginário, onde a questão central no desenvolvimento deste estudo é a relação entre a Escalada Olímpica enquanto movimento artificial e o tema mítico da construção e animação artificial de um corpo, e do poder de domínio sobre seu movimento.
Referências
1 Rubio K. Olimpização: Notas sobre o desejo de inclusão no modelo olímpico. In: Rubio K, editor. Do Pós ao Neo Olimpismo: Esporte e Movimento Olímpico no Século XXI. São Paulo: Laços Editora; 2019. p. 23–39.
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10 Almeida R de. O mito de Frankestein no cinema. In: Araújo AF, Almeida R de, Beccari M, editors. O Mito de Frankenstein: Imaginário e Educação. São Paulo: FEUSP; 2018. p. 158–74.
11 Guimarães AR, Araújo AF. Como Criar um Monstro: O Manual de Instruções do Dr. Victor Frankenstein. In: Araújo AF, Almeida R De, Beccari M, editors. O mito de Frankenstein: imaginário & educação. São Paulo: FEUSP; 2018. p. 71–87.
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14 Whale J. Frankenstein. Estados Unidos da América; 1931.
15 Union Internacionationale des Associations d’Alpinime (UIAA). 2019 [citado 27 mai. 2019. Disponível em www.theuiaa.org.
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17 Debord G. A Sociedade do Espetáculo: Comentários sobre a sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto; 2003. 
18 Veloso RC. As montanhas para o ciclismo de estrada: a provação dos heróis. In: Rubio K, editor. Esporte e Mito. São Paulo: Képos; 2017. p. 183–97.
19 Berque A. Geogramas, por uma ontologia dos fatos geograficos. Rev Geogr. 2012;1(1): 4-12.
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21 Rubio K, Veloso RC, Leão L. Between solar and lunar hero: a cartographic study of Brazilian Olympic athletes in the social imaginary. Imago A J Soc Imaginary. 2018;(11):147–162.
22 Huizinga J. Homo Ludens. 8a. São Paulo: Perspectiva; 2014. 
 
Publisher Olimpianos
 
Date 2019-07-06
 
Type info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
 
Format application/pdf
 
Identifier http://olimpianos.com.br/journal/index.php/Olimpianos/article/view/50
10.30937/2526-6314.v2n2.id50
 
Source Olimpianos - Journal of Olympic Studies; Vol 2 No 2 (2018); 409-422
Olimpianos - Journal of Olympic Studies; Vol. 2 Núm. 2 (2018); 409-422
Olimpianos - Journal of Olympic Studies; v. 2 n. 2 (2018); 409-422
2526-6314
 
Language por
 
Relation http://olimpianos.com.br/journal/index.php/Olimpianos/article/view/50/37
 
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