From “empty hands” to “hands with gloves”: A sociological analysis on Karate and Olympic Games

Olimpianos - Journal of Olympic Studies

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Title From “empty hands” to “hands with gloves”: A sociological analysis on Karate and Olympic Games
De “manos vacías” a “manos con guantes”: Un análisis sociológico sobre el Karate y los Juegos Olímpicos
De “mãos vazias" a "mãos com luvas": Uma análise sociológica sobre Karate e os Jogos Olímpicos
 
Creator Oliveira, Marcelo Alberto de
Frosi, Tiago Oviedo
Sonoda Nunes, Ricardo João
Pimenta, Thiago Farias da Fonseca
Reis Júnior, Carlos Alberto Bueno dos
Amstel, Narayana Astra van
 
Description When a sociological perspective is aimed at sports organizations in a general sense, it is possible to find, in a complex scenario, power disputes that condition the future of their agents (athletes, coaches, managers, presidents, among others). Aiming to investigate how these power struggles behave and establish connections historically, we use official documents and secondary sources to discuss, with Pierre Bourdieu and other thinkers, the presentation of how the sport field is built where Karate, as a sport, fits with the conditioning factors for its entry into the official modalities of the International Olympic Committee. As a result of the research, it was noted that the entry of Karate into the Tokyo 2020 Olympic Games was characterized by various structural changes to suit the moral, ethical and safety precepts of the Modern Olympic Movement.
Referências
1 McCarthy P. The bible of Karate: Bubishi. Tokyo: Charles E. Tuttle; 1995.
2 McCarthy P. Ancient Okinawan martial arts. 1st ed. Tokyo: Tuttle Publishing; 1999.
3 McCarthy P. Ancient Okinawan martial arts. 2nd ed. Tokyo: Tuttle Publishing; 1999.
4 Camps H, Cerezo S. Estudio técnico comparado de los Katas de Karate. Barcelona: Editorial Alas; 2005.
5 Tan KSY. Constructing a Martial Tradition: Rethinking a Popular History of Karate-Dou. J Sport Soc Issues. 2004; 28(169):169–92.
6 Okinawa P. Wonder Okinawa. 2003 [acesso 4 mar. 2009]. Disponível em: www.wonder-okinawa.jp.
7 Correia WR, Franchini E. Produção acadêmica em lutas, artes marciais e esportes de combate. Motriz Rev Educ Fis. 2010; 16(1):1–9.
8 Bull WJ. Aikido o caminho da sabedoria. São Paulo: DAG Gráfica e Editorial Ltda.; 1988.
9 Davey HE. Yoga japonesa: O caminho da meditação dinâmica. São Paulo: Pensamento-Cultrix; 2001.
10 Gozo S. Aikido Shugyo. São Paulo: Pensamento; 2010.
11 Ueshiba M. Budô: Ensinamentos do fundador do Aikidô. São Paulo: Cultrix; 1991.
12 Bourdieu P. O campo científico. In: Sociologia. São Paulo: Ática; 1983.
13 Bonnewitz P. Primeiras lições sobre a sociologia de Pierre Bourdieu. Petrópolis: Vozes; 2003.
14 Bourdieu P, Wacquant LJD. Résponses: pour une anthropologie reflexive. Paris: Seuil; 1992.
15 Nakazato J. et al. Okinawa Karate and martial arts with weaponry. 2003 [acesso 4 mar. 2009]. Disponível em: www.wonder-okinawa.jp.
16 Lopes-Filho BJP, Monteiro A de O. A simbologia presente nos estilos de Karate-Dō. Rev Bras Educ Física e Esporte. 2015; 29(3): 395-407.
 17 Marchi Jr. W. “Sacando” o voleibol. São Paulo: Editora Unijuí; 2004.
18 Pucineli FA. Modernização do Karate: Gichin Funakoshi e as tecnologias políticas do corpo. [dissertação]. Rio Claro (SP): Universidade Estadual Paulista, UNESP; 2017.
19 Oliveira MA de; Telles TCB, Barreira CRA. De Okinawa aos Jogos Olímpicos: o Karate. In: Rubio K. (Org.). Do pós ao Neo Olimpismo: esporte e movimento olímpico no século XXI. São Paulo: Képos; 2019. p. 327–47.
20 Lubes A. Caminho do Karatê. Curitiba: Editora UFPR; 1994.
21 Bartolo P. Karate-Do, história geral e no Brasil. Santos: Bueno Editora; 2014.
22 Oliveira MA de, Nunes RJS. A introdução do Karate Shotokan no estado do Paraná: a perspectiva dos mestres pioneiros (1960-1980). XX Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte e VII Congresso Internacional de Ciências do Esporte. Goiânia, 2017.
23 Sasaki Y. Karatê-Dô. São Paulo: CEPEUSP; 1995.
24 Nakayama M. O melhor do karate 1: visão abrangente, práticas. São Paulo: Cultrix; 1996.
25 Stevens J. Três mestres do Budo: Kano (judô), Funakoshi (karatê), Ueshiba (aikido).  São Paulo, São Paulo: Cultrix; 2007.
26 Miyagui S. Okinawa: história, tradições e lendas. São Paulo: Oliveira Mendes; 1998.
27 Horner AG. Norio Haritani - Karate. Londrina: Moriá; 2004.
28 Funakoshi G. Os vinte princípios fundamentais do Karatê: o legado espiritual do mestre. São Paulo: Cultrix; 2005.
29 Frosi TO. Uma história do karate-do no Rio Grande do Sul: de arte marcial a prática esportiva. [dissertação]. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul; 2012.
30 Barreira CRA. O sentido do Karate-Do: faces históricas, psicológicas e fenomenológicas. Rio de Janeiro: E-papers; 2013.
31 Elias N, Dunning E. A busca da excitação. In: Silva MMA (Ed.). Memória e sociedade. DIFEL Editoral; 1985.
32 Dunning E. Sociologia do esporte e processos civilizatórios. São Paulo: Annablume; 2014.
33 Guttmann A, Thompson L. Japanese sports: a history. Honolulu: University of Hawai'i Press; 2001.
34 Johnson NCG. The Japanization of Karate? Placing an intangible cultural practice. J Contemp Anthropol. 2012; 3(1):61–78.
35 Oliveira MA de. A introdução e difusão do karate shotokan em Curitiba: memórias e processos. [trabalho de conclusão de curso]. Curitiba: Universidade Federal do Paraná; 2015.
36 Draeger DF. Classical Budo. 2007 [acesso 4 mar. 2009]. Disponível em: https://books.google.ie/books?id=C6grAAAAYAAJ.
37 Frosi TO, Mazo JZ. Repensando a história do karate contada no Brasil. Rev Bras Educ Física e Esporte. 2011; 25(2):297–312.
38 Hobsbawm E. Era dos extremos: o breve século XX (1914-1991). São Paulo: Companhia das Letras; 1995.
39 Sakurai C. Os japoneses. São Paulo: Contexto; 2011.  
40 Overman S. The protestant ethic and the spirit of sport: how calvinism and capitalism shaped America’s games. Macon (USA): Mercer University Press; 2011.
41 Campos F de. A política no pódio: episódios de tensões e conflitos nos Jogos Olímpicos da Era Moderna. Rev USP. São Paulo; 2016; (108):11–20.
42 Rubio K. Atletas olímpicos brasileiros. São Paulo: SESI-SP; 2015.
43 Rubio K. Jogos Olímpicos da Era Moderna: uma proposta de periodização. Rev Bras Educ Física e Esporte. São Paulo. 2010; 24(1):55–68.
44 Rusak D. Karate, Baseball and politics: Hybridity and the martial arts in modern Japan. Undergrad J Anthropol. 2009; 1:63–71.
45 Thorpe C, Yuill C, Hobbs M, Todd M, Tomley S, Weeks M. O livro da sociologia. São Paulo: GloboLivros; 2016. 
46 Sonoda-Nunes RJ. “Sport for All”: as relações entre SESI e CSIT no campo esportivo (1996-2011). [dissertação]. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, UFPR; 2012.
47 Pimenta TF da F. A constituição de um subcampo do esporte: o caso do taekwondo [dissertação]. Universidade Federal do Paraná; 2007.
48 Burke P. O que é História Cultural? Rio de Janeiro: Jorge Zahar; 2008.
49 Lopes JC. Karatê como esporte de combate Olímpico em 2020 - Medalhista dos Jogos Pan-americanos até 2016. Rev Científica Multidiscip Núcleo do Conhecimento. 2018; 4(6): 130–139.
50 Oliveira MA de. Artes marciais e esportes de combate à luz da mitologia japonesa. In: Rubio K (Org). Esporte e Mito. São Paulo: Editora Laços; 2017. p. 221–37.
51 Oliveira MA de, Santos SLC dos. Educação com jogos de oposição: uma análise sobre sua influência na motivação de alunos a virem a praticar lutas/esportes de combate. Educ Ling. São Paulo; 2017; 20(2): 95–105.
52 Pimenta T, Marchi-Júnior W. A constituição de um subcampo do esporte: O caso do Taekwondo. Movimento. 2009; 15(1):193–215.
53 Sandall J. O Karate é olímpico! E agora? Blog Karate JKA [Internet]. 2016 [acesso 16 out. 2018]. Disponível em: http://karatejka.blogspot.com/2016/08/o-karate-e-olimpico-e-agora.html.  
54 WKF WKF. Karate 1 - Premier League [Internet]. World Karate Federation (WKF). 2018 [acesso 27 out 2018]. Disponível em:  https://www.wkf.net/karate1-premier
55 CBK CB de K. Organização do Karate Mundial [Internet]. Confederação Brasileira de Karate (CBK). 2018 [acesso 26 out 2018]. Disponível em: http://www.karatedobrasil.com/histria
56 Ferreira FDC, Nunes RJS, Marchi Jr. W. Da sala de cinema à academia: a influência dos filmes de ação na apropriação dos praticantes de kung fu chinês no Brasil. EFDeportes.com [Internet]. 2010;15(151).
57 Guttmann A. From ritual to record: the nature of modern sports. New York: Columbia University; 1978.
58 Nunes GP. O Bushidô na visão de Nitobe: a construção de uma identidade nacional a partir de um sistema ético. [dissertação]. São Paulo: Universidade de São Paulo; 2012.
59 Liverpool LR of. The knights of Bushido: A short History of Japanese War crimes. London; Pennsylvania: Greenhill Books; Stackpole Books; 2002.
60 Costa JPC. De decasségui e emigrante. Brasília, Distrito Federal: Fundação Alexandre de Gusmão; 2007.
61 Esporte M do. Bolsa Atleta [Internet]. Ministério do Esporte. 2018 [acesso 1 nov. 2018]. Disponível em: http://www2.esporte.gov.br/snear/bolsaAtleta/sobre.jsp.
Cuando una perspectiva sociológica es destinada a organizaciones deportivas en sentido general es posible encontrar, en un enredo complejo, disputas de poder que condicionan el futuro de sus agentes (atletas, técnicos, gestores, presidentes entre otros). Con el fin de investigar cómo estas disputas de poder se comportan y establecen conexiones históricamente, utilizamos documentos oficiales y fuentes secundarias para discutir, con Pierre Bourdieu y otros pensadores, la presentación de cómo se constituye el campo deportivo donde el Karate, como deporte, se enmarca con los factores condicionantes para su entrada en el marco de modalidades oficiales del Comité Olímpico Internacional. Como resultado de la investigación, se observó que la entrada del Karate en los Juegos Olímpicos de Tokio 2020 se caracterizó por varios cambios estructurales para adecuarse a los preceptos morales, éticos y de seguridad del Movimiento Olímpico Moderno.
Referências
1 McCarthy P. The bible of Karate: Bubishi. Tokyo: Charles E. Tuttle; 1995.
2 McCarthy P. Ancient Okinawan martial arts. 1st ed. Tokyo: Tuttle Publishing; 1999.
3 McCarthy P. Ancient Okinawan martial arts. 2nd ed. Tokyo: Tuttle Publishing; 1999.
4 Camps H, Cerezo S. Estudio técnico comparado de los Katas de Karate. Barcelona: Editorial Alas; 2005.
5 Tan KSY. Constructing a Martial Tradition: Rethinking a Popular History of Karate-Dou. J Sport Soc Issues. 2004; 28(169):169–92.
6 Okinawa P. Wonder Okinawa. 2003 [acesso 4 mar. 2009]. Disponível em: www.wonder-okinawa.jp.
7 Correia WR, Franchini E. Produção acadêmica em lutas, artes marciais e esportes de combate. Motriz Rev Educ Fis. 2010; 16(1):1–9.
8 Bull WJ. Aikido o caminho da sabedoria. São Paulo: DAG Gráfica e Editorial Ltda.; 1988.
9 Davey HE. Yoga japonesa: O caminho da meditação dinâmica. São Paulo: Pensamento-Cultrix; 2001.
10 Gozo S. Aikido Shugyo. São Paulo: Pensamento; 2010.
11 Ueshiba M. Budô: Ensinamentos do fundador do Aikidô. São Paulo: Cultrix; 1991.
12 Bourdieu P. O campo científico. In: Sociologia. São Paulo: Ática; 1983.
13 Bonnewitz P. Primeiras lições sobre a sociologia de Pierre Bourdieu. Petrópolis: Vozes; 2003.
14 Bourdieu P, Wacquant LJD. Résponses: pour une anthropologie reflexive. Paris: Seuil; 1992.
15 Nakazato J. et al. Okinawa Karate and martial arts with weaponry. 2003 [acesso 4 mar. 2009]. Disponível em: www.wonder-okinawa.jp.
16 Lopes-Filho BJP, Monteiro A de O. A simbologia presente nos estilos de Karate-Dō. Rev Bras Educ Física e Esporte. 2015; 29(3): 395-407.
 17 Marchi Jr. W. “Sacando” o voleibol. São Paulo: Editora Unijuí; 2004.
18 Pucineli FA. Modernização do Karate: Gichin Funakoshi e as tecnologias políticas do corpo. [dissertação]. Rio Claro (SP): Universidade Estadual Paulista, UNESP; 2017.
19 Oliveira MA de; Telles TCB, Barreira CRA. De Okinawa aos Jogos Olímpicos: o Karate. In: Rubio K. (Org.). Do pós ao Neo Olimpismo: esporte e movimento olímpico no século XXI. São Paulo: Képos; 2019. p. 327–47.
20 Lubes A. Caminho do Karatê. Curitiba: Editora UFPR; 1994.
21 Bartolo P. Karate-Do, história geral e no Brasil. Santos: Bueno Editora; 2014.
22 Oliveira MA de, Nunes RJS. A introdução do Karate Shotokan no estado do Paraná: a perspectiva dos mestres pioneiros (1960-1980). XX Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte e VII Congresso Internacional de Ciências do Esporte. Goiânia, 2017.
23 Sasaki Y. Karatê-Dô. São Paulo: CEPEUSP; 1995.
24 Nakayama M. O melhor do karate 1: visão abrangente, práticas. São Paulo: Cultrix; 1996.
25 Stevens J. Três mestres do Budo: Kano (judô), Funakoshi (karatê), Ueshiba (aikido).  São Paulo, São Paulo: Cultrix; 2007.
26 Miyagui S. Okinawa: história, tradições e lendas. São Paulo: Oliveira Mendes; 1998.
27 Horner AG. Norio Haritani - Karate. Londrina: Moriá; 2004.
28 Funakoshi G. Os vinte princípios fundamentais do Karatê: o legado espiritual do mestre. São Paulo: Cultrix; 2005.
29 Frosi TO. Uma história do karate-do no Rio Grande do Sul: de arte marcial a prática esportiva. [dissertação]. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul; 2012.
30 Barreira CRA. O sentido do Karate-Do: faces históricas, psicológicas e fenomenológicas. Rio de Janeiro: E-papers; 2013.
31 Elias N, Dunning E. A busca da excitação. In: Silva MMA (Ed.). Memória e sociedade. DIFEL Editoral; 1985.
32 Dunning E. Sociologia do esporte e processos civilizatórios. São Paulo: Annablume; 2014.
33 Guttmann A, Thompson L. Japanese sports: a history. Honolulu: University of Hawai'i Press; 2001.
34 Johnson NCG. The Japanization of Karate? Placing an intangible cultural practice. J Contemp Anthropol. 2012; 3(1):61–78.
35 Oliveira MA de. A introdução e difusão do karate shotokan em Curitiba: memórias e processos. [trabalho de conclusão de curso]. Curitiba: Universidade Federal do Paraná; 2015.
36 Draeger DF. Classical Budo. 2007 [acesso 4 mar. 2009]. Disponível em: https://books.google.ie/books?id=C6grAAAAYAAJ.
37 Frosi TO, Mazo JZ. Repensando a história do karate contada no Brasil. Rev Bras Educ Física e Esporte. 2011; 25(2):297–312.
38 Hobsbawm E. Era dos extremos: o breve século XX (1914-1991). São Paulo: Companhia das Letras; 1995.
39 Sakurai C. Os japoneses. São Paulo: Contexto; 2011.  
40 Overman S. The protestant ethic and the spirit of sport: how calvinism and capitalism shaped America’s games. Macon (USA): Mercer University Press; 2011.
41 Campos F de. A política no pódio: episódios de tensões e conflitos nos Jogos Olímpicos da Era Moderna. Rev USP. São Paulo; 2016; (108):11–20.
42 Rubio K. Atletas olímpicos brasileiros. São Paulo: SESI-SP; 2015.
43 Rubio K. Jogos Olímpicos da Era Moderna: uma proposta de periodização. Rev Bras Educ Física e Esporte. São Paulo. 2010; 24(1):55–68.
44 Rusak D. Karate, Baseball and politics: Hybridity and the martial arts in modern Japan. Undergrad J Anthropol. 2009; 1:63–71.
45 Thorpe C, Yuill C, Hobbs M, Todd M, Tomley S, Weeks M. O livro da sociologia. São Paulo: GloboLivros; 2016. 
46 Sonoda-Nunes RJ. “Sport for All”: as relações entre SESI e CSIT no campo esportivo (1996-2011). [dissertação]. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, UFPR; 2012.
47 Pimenta TF da F. A constituição de um subcampo do esporte: o caso do taekwondo [dissertação]. Universidade Federal do Paraná; 2007.
48 Burke P. O que é História Cultural? Rio de Janeiro: Jorge Zahar; 2008.
49 Lopes JC. Karatê como esporte de combate Olímpico em 2020 - Medalhista dos Jogos Pan-americanos até 2016. Rev Científica Multidiscip Núcleo do Conhecimento. 2018; 4(6): 130–139.
50 Oliveira MA de. Artes marciais e esportes de combate à luz da mitologia japonesa. In: Rubio K (Org). Esporte e Mito. São Paulo: Editora Laços; 2017. p. 221–37.
51 Oliveira MA de, Santos SLC dos. Educação com jogos de oposição: uma análise sobre sua influência na motivação de alunos a virem a praticar lutas/esportes de combate. Educ Ling. São Paulo; 2017; 20(2): 95–105.
52 Pimenta T, Marchi-Júnior W. A constituição de um subcampo do esporte: O caso do Taekwondo. Movimento. 2009; 15(1):193–215.
53 Sandall J. O Karate é olímpico! E agora? Blog Karate JKA [Internet]. 2016 [acesso 16 out. 2018]. Disponível em: http://karatejka.blogspot.com/2016/08/o-karate-e-olimpico-e-agora.html.  
54 WKF WKF. Karate 1 - Premier League [Internet]. World Karate Federation (WKF). 2018 [acesso 27 out 2018]. Disponível em:  https://www.wkf.net/karate1-premier
55 CBK CB de K. Organização do Karate Mundial [Internet]. Confederação Brasileira de Karate (CBK). 2018 [acesso 26 out 2018]. Disponível em: http://www.karatedobrasil.com/histria
56 Ferreira FDC, Nunes RJS, Marchi Jr. W. Da sala de cinema à academia: a influência dos filmes de ação na apropriação dos praticantes de kung fu chinês no Brasil. EFDeportes.com [Internet]. 2010;15(151).
57 Guttmann A. From ritual to record: the nature of modern sports. New York: Columbia University; 1978.
58 Nunes GP. O Bushidô na visão de Nitobe: a construção de uma identidade nacional a partir de um sistema ético. [dissertação]. São Paulo: Universidade de São Paulo; 2012.
59 Liverpool LR of. The knights of Bushido: A short History of Japanese War crimes. London; Pennsylvania: Greenhill Books; Stackpole Books; 2002.
60 Costa JPC. De decasségui e emigrante. Brasília, Distrito Federal: Fundação Alexandre de Gusmão; 2007.
61 Esporte M do. Bolsa Atleta [Internet]. Ministério do Esporte. 2018 [acesso 1 nov. 2018]. Disponível em: http://www2.esporte.gov.br/snear/bolsaAtleta/sobre.jsp.
Quando uma perspectiva sociológica é destinada a organizações esportivas em sentido geral é possível encontrar, em um enredo complexo, disputas de poder que condicionam o futuro de seus agentes (atletas, técnicos, gestores, presidentes dentre outros). Visando investigar como essas disputas de poder se comportam e estabelecem conexões historicamente, utilizamos documentos oficiais e fontes secundárias para discutir, com Pierre Bourdieu e outros pensadores, a apresentação de como se constitui o campo esportivo onde o Karate, como esporte, se enquadra com os fatores condicionantes para sua entrada no quadro de modalidades oficiais do Comitê Olímpico Internacional. Como resultado da pesquisa, observou-se que a entrada do Karate nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 foi caracterizada por várias mudanças estruturais para se adequar aos preceitos morais, éticos e de segurança do Movimento Olímpico Moderno.
Referências
1 McCarthy P. The bible of Karate: Bubishi. Tokyo: Charles E. Tuttle; 1995.
2 McCarthy P. Ancient Okinawan martial arts. 1st ed. Tokyo: Tuttle Publishing; 1999.
3 McCarthy P. Ancient Okinawan martial arts. 2nd ed. Tokyo: Tuttle Publishing; 1999.
4 Camps H, Cerezo S. Estudio técnico comparado de los Katas de Karate. Barcelona: Editorial Alas; 2005.
5 Tan KSY. Constructing a Martial Tradition: Rethinking a Popular History of Karate-Dou. J Sport Soc Issues. 2004; 28(169):169–92.
6 Okinawa P. Wonder Okinawa. 2003 [acesso 4 mar. 2009]. Disponível em: www.wonder-okinawa.jp.
7 Correia WR, Franchini E. Produção acadêmica em lutas, artes marciais e esportes de combate. Motriz Rev Educ Fis. 2010; 16(1):1–9.
8 Bull WJ. Aikido o caminho da sabedoria. São Paulo: DAG Gráfica e Editorial Ltda.; 1988.
9 Davey HE. Yoga japonesa: O caminho da meditação dinâmica. São Paulo: Pensamento-Cultrix; 2001.
10 Gozo S. Aikido Shugyo. São Paulo: Pensamento; 2010.
11 Ueshiba M. Budô: Ensinamentos do fundador do Aikidô. São Paulo: Cultrix; 1991.
12 Bourdieu P. O campo científico. In: Sociologia. São Paulo: Ática; 1983.
13 Bonnewitz P. Primeiras lições sobre a sociologia de Pierre Bourdieu. Petrópolis: Vozes; 2003.
14 Bourdieu P, Wacquant LJD. Résponses: pour une anthropologie reflexive. Paris: Seuil; 1992.
15 Nakazato J. et al. Okinawa Karate and martial arts with weaponry. 2003 [acesso 4 mar. 2009]. Disponível em: www.wonder-okinawa.jp.
16 Lopes-Filho BJP, Monteiro A de O. A simbologia presente nos estilos de Karate-Dō. Rev Bras Educ Física e Esporte. 2015; 29(3): 395-407.
 17 Marchi Jr. W. “Sacando” o voleibol. São Paulo: Editora Unijuí; 2004.
18 Pucineli FA. Modernização do Karate: Gichin Funakoshi e as tecnologias políticas do corpo. [dissertação]. Rio Claro (SP): Universidade Estadual Paulista, UNESP; 2017.
19 Oliveira MA de; Telles TCB, Barreira CRA. De Okinawa aos Jogos Olímpicos: o Karate. In: Rubio K. (Org.). Do pós ao Neo Olimpismo: esporte e movimento olímpico no século XXI. São Paulo: Képos; 2019. p. 327–47.
20 Lubes A. Caminho do Karatê. Curitiba: Editora UFPR; 1994.
21 Bartolo P. Karate-Do, história geral e no Brasil. Santos: Bueno Editora; 2014.
22 Oliveira MA de, Nunes RJS. A introdução do Karate Shotokan no estado do Paraná: a perspectiva dos mestres pioneiros (1960-1980). XX Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte e VII Congresso Internacional de Ciências do Esporte. Goiânia, 2017.
23 Sasaki Y. Karatê-Dô. São Paulo: CEPEUSP; 1995.
24 Nakayama M. O melhor do karate 1: visão abrangente, práticas. São Paulo: Cultrix; 1996.
25 Stevens J. Três mestres do Budo: Kano (judô), Funakoshi (karatê), Ueshiba (aikido).  São Paulo, São Paulo: Cultrix; 2007.
26 Miyagui S. Okinawa: história, tradições e lendas. São Paulo: Oliveira Mendes; 1998.
27 Horner AG. Norio Haritani - Karate. Londrina: Moriá; 2004.
28 Funakoshi G. Os vinte princípios fundamentais do Karatê: o legado espiritual do mestre. São Paulo: Cultrix; 2005.
29 Frosi TO. Uma história do karate-do no Rio Grande do Sul: de arte marcial a prática esportiva. [dissertação]. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul; 2012.
30 Barreira CRA. O sentido do Karate-Do: faces históricas, psicológicas e fenomenológicas. Rio de Janeiro: E-papers; 2013.
31 Elias N, Dunning E. A busca da excitação. In: Silva MMA (Ed.). Memória e sociedade. DIFEL Editoral; 1985.
32 Dunning E. Sociologia do esporte e processos civilizatórios. São Paulo: Annablume; 2014.
33 Guttmann A, Thompson L. Japanese sports: a history. Honolulu: University of Hawai'i Press; 2001.
34 Johnson NCG. The Japanization of Karate? Placing an intangible cultural practice. J Contemp Anthropol. 2012; 3(1):61–78.
35 Oliveira MA de. A introdução e difusão do karate shotokan em Curitiba: memórias e processos. [trabalho de conclusão de curso]. Curitiba: Universidade Federal do Paraná; 2015.
36 Draeger DF. Classical Budo. 2007 [acesso 4 mar. 2009]. Disponível em: https://books.google.ie/books?id=C6grAAAAYAAJ.
37 Frosi TO, Mazo JZ. Repensando a história do karate contada no Brasil. Rev Bras Educ Física e Esporte. 2011; 25(2):297–312.
38 Hobsbawm E. Era dos extremos: o breve século XX (1914-1991). São Paulo: Companhia das Letras; 1995.
39 Sakurai C. Os japoneses. São Paulo: Contexto; 2011.  
40 Overman S. The protestant ethic and the spirit of sport: how calvinism and capitalism shaped America’s games. Macon (USA): Mercer University Press; 2011.
41 Campos F de. A política no pódio: episódios de tensões e conflitos nos Jogos Olímpicos da Era Moderna. Rev USP. São Paulo; 2016; (108):11–20.
42 Rubio K. Atletas olímpicos brasileiros. São Paulo: SESI-SP; 2015.
43 Rubio K. Jogos Olímpicos da Era Moderna: uma proposta de periodização. Rev Bras Educ Física e Esporte. São Paulo. 2010; 24(1):55–68.
44 Rusak D. Karate, Baseball and politics: Hybridity and the martial arts in modern Japan. Undergrad J Anthropol. 2009; 1:63–71.
45 Thorpe C, Yuill C, Hobbs M, Todd M, Tomley S, Weeks M. O livro da sociologia. São Paulo: GloboLivros; 2016. 
46 Sonoda-Nunes RJ. “Sport for All”: as relações entre SESI e CSIT no campo esportivo (1996-2011). [dissertação]. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, UFPR; 2012.
47 Pimenta TF da F. A constituição de um subcampo do esporte: o caso do taekwondo [dissertação]. Universidade Federal do Paraná; 2007.
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Publisher Olimpianos
 
Date 2019-05-08
 
Type info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
 
Format application/pdf
 
Identifier http://olimpianos.com.br/journal/index.php/Olimpianos/article/view/40
10.30937/2526-6314.v2n1.id40
 
Source Olimpianos - Journal of Olympic Studies; Vol 2 No 1 (2018); 324-342
Olimpianos - Journal of Olympic Studies; Vol. 2 Núm. 1 (2018); 324-342
Olimpianos - Journal of Olympic Studies; v. 2 n. 1 (2018); 324-342
2526-6314
 
Language por
 
Relation http://olimpianos.com.br/journal/index.php/Olimpianos/article/view/40/30
 
Rights Copyright (c) 2019 Olimpianos - Journal of Olympic Studies
 

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