Olympism in an intrinsic perspective in school

Olimpianos - Journal of Olympic Studies

View Publication Info
 
 
Field Value
 
Title Olympism in an intrinsic perspective in school
El Olimpismo desde una perspectiva intrinseca en el ámbito escolar
O Olimpismo em uma perspectiva intrínseca no âmbito escolar
 
Creator Mota, Francisco Marchiori da
 
Description The present study seeks to reflect on the use of the Olympic philosophy in the school context, attributing to it an intrinsic vision, based on Socratic thought, and consolidated by Kantian philosophy, through the term Areté. Consolidating Olympism with human intrinsic bases, the application in school becomes the subject of discussions, supported under the arguments of a proposal of Olympic Education being confronted by another proposal, the Education of Olympism. Finally, an education based on Olympism is extremely interesting, and based on an intrinsic perspective, it becomes inviting, asking for more in-depth studies.
Referências
1 Yalouris N. Os Jogos Olímpicos na Grécia Antiga. São Paulo: Odysseus Editora; 2004.
2 Rubio K, Carvalho AL. Areté, fair play e o movimento olímpico contemporâneo. Revista Portuguesa de Ciências do desporto. 2005; 5(3): 350-357.
3 Murari JC, Amaral RG, Pereira Melo JJ. Objetivos e características da educação homérica: Uma reflexão sobre o conceito de areté. IX Congresso Nacional de Educação–EDUCERE/III Encontro Sul Brasileiro de Psicopedagogia–26 a. Vol. 29. 2009. Paraná. Paraná: PUCPR; 2009 [acesso 27 fev. 2017]. p. 9854-9866. Disponível em: http://www.pucpr.br/eventos/educere/educere2009/anais/pdf/2562_1928.pdf.
4 Galito MS. Areté – Heróismo e excelência. Studies. 2012; 92 [acesso 27 fev. 2017]. Disponível em: http://www.ci-cpri.com/wp-content/uploads/2013/12/Arete-Heroismo-Excelencia.pdf.
5 Futada FM. Educação olímpica: Conceito e modelos. In: Rubio K. (org.) Educação olímpica e responsabilidade social. São Paulo: Casa do Psicólogo; 2007. p. 13 -28.
6 Santos C. Educação e cultura Olímpica: O legado de Pierre de Coubertin. VIII Congresso Português de Sociologia, 2014, Évora – Portugal. Évora: Universidade de Évora; 2014 [acesso 03 mar. 2017]. Disponível em: http://www.aps.pt/viii_congresso/VIII_ACTAS/VIII_COM0393.pdf.   
7 COI. Carta Olímpica. Lausanne: Comitê Olímpico Internacional, 2016.
8 Magalhães JLQ. Princípios Universais de Direitos Humanos e o novo Estado Democrático de Direito. 1999 [acesso 03 mar. 2017]. Disponível em: http://www.raul.pro.br/artigos/princip.pdf.
9 Costa VLM. O Sonho Olímpico de formar um campeão na vida: O papel dos educadores. In: Moragas M, Da Costa, L. (Org.). Universidad y estudios olímpicos: Seminarios España. Bellaterra: Servei de Publicacions;2006. p. 249-257.
10 Proni MW. A reinvenção dos Jogos Olímpicos: um projeto de marketing. Esporte e Sociedade. 2008; 3(9): 185-204.
11 Todt NS. Um país olímpico sem educação olímpica. Prêmio Brasil de Esporte e Lazer de Inclusão Social. 2008; 1: 370-380.
12 CIPC. Olimpismo – Seleção de Textos. Porto Alegre: Comitê Internacional Pierre de Coubertin; 2015.
13 Ferreira ABH. Mini Aurélio Século XXI: O minidicionário da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira; 2001.
14 ONU. Declaração Universal dos Direitos Humanos, 1948 [acesso 18 fev. 2017]. Disponível em: http://www.onu.org.br/img/2014/09/DUDH.pdf.
15 Da Silva JA. A dignidade da pessoa humana com valor supremo da democracia. Revista de direito administrativo. R Dir Adm. 1998; 212: 89-94, 1998.
16 Kant I. Fundamentação da metafísica dos costumes. Lisboa: Edições 70; 1995.
17 Tonetto MC. Sobre a caracterização do conceito de dignidade em Kant. Princípios: Revista de Filosofia. 2015; 20(33): 81-194.
18 Sarlet IW. Dignidade da pessoa humana. Em: Barreto VP., Dicionário de Filosofia do Direito. Renovar: Rio de Janeiro; 2009.
19 Lacerda BA. A dignidade humana em Giovanni Pico della Mirandola. Legis Augustus. 2010; 1(1): 13-20.
20 Gomes MC, Santos LJM, Silva PRP. Educação olímpica para quê? Educação Olímpica para quem? Representações e práticas para uma pedagogia crítica do olimpismo em tópicos especiais - O doping entre escolares. Podium. 2014; 3(1): 38-49.
21 Zimmermann MA. Quando e onde se forma a experiência olímpica do atleta. Revista USP. 2016; 110: 79-84.
22 Müller N. Olympic education. The Sport Journal. 2010; 7(1).
23 Binder D. Teaching Olympism in schools: Olympic education as a focus on values education. International Chair in Olympism Lecture. Barcelona: Centre for Olympic Studies; 2010 [acesso 29 abr. 2017. Disponível em: https://ddd.uab.cat/pub/worpap/2010/181092/binder_eng.pdf.
24 Culpan I, Wigmore S. The delivery of Olympism education within a physical education context drawing on critical pedagogy. Int. J. Sport Health Sci. 2010; 8: 67-76.
25 Brasil. Ampliação do Ensino Fundamental para nove anos – 3º Relatório do Programa. MEC: 2006 [acesso 26 mar. 2017]. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Ensfund/ensfun9arel2006.pdf.

Pádua GLD. A epistemologia genética de Jean Piaget. Revista FACEVV. 2009; 2:22-35.

27 Piaget J. Desenvolvimento e aprendizagem. In: Lavattelly CS, Stendler F. Reading in child behavior and development. New York: Hartcourt Brace Jonovich; 1972. p. 7-19.
El presente estudio busca reflexionar sobre la utilización de la filosofía olímpica en el ámbito escolar, atribuyéndole una visión intrínseca, fundamentada por el pensamiento socrático, y consolidada por la filosofía kantiana, a través del término Areté. Consolidando el Olimpismo con bases intrínsecas humanas, la aplicación en el ámbito escolar se convierte en el blanco de discusiones, amparado bajo los argumentos de una propuesta de Educación Olímpica siendo contestada por otra propuesta, la de Educación del Olimpismo. Por último, una educación basada en el olimpismo es extremadamente interesante, y basada en una perspectiva intrínseca, se vuelve invitante, pidiendo estudios más profundos.
Referências
1 Yalouris N. Os Jogos Olímpicos na Grécia Antiga. São Paulo: Odysseus Editora; 2004.
2 Rubio K, Carvalho AL. Areté, fair play e o movimento olímpico contemporâneo. Revista Portuguesa de Ciências do desporto. 2005; 5(3): 350-357.
3 Murari JC, Amaral RG, Pereira Melo JJ. Objetivos e características da educação homérica: Uma reflexão sobre o conceito de areté. IX Congresso Nacional de Educação–EDUCERE/III Encontro Sul Brasileiro de Psicopedagogia–26 a. Vol. 29. 2009. Paraná. Paraná: PUCPR; 2009 [acesso 27 fev. 2017]. p. 9854-9866. Disponível em: http://www.pucpr.br/eventos/educere/educere2009/anais/pdf/2562_1928.pdf.
4 Galito MS. Areté – Heróismo e excelência. Studies. 2012; 92 [acesso 27 fev. 2017]. Disponível em: http://www.ci-cpri.com/wp-content/uploads/2013/12/Arete-Heroismo-Excelencia.pdf.
5 Futada FM. Educação olímpica: Conceito e modelos. In: Rubio K. (org.) Educação olímpica e responsabilidade social. São Paulo: Casa do Psicólogo; 2007. p. 13 -28.
6 Santos C. Educação e cultura Olímpica: O legado de Pierre de Coubertin. VIII Congresso Português de Sociologia, 2014, Évora – Portugal. Évora: Universidade de Évora; 2014 [acesso 03 mar. 2017]. Disponível em: http://www.aps.pt/viii_congresso/VIII_ACTAS/VIII_COM0393.pdf.   
7 COI. Carta Olímpica. Lausanne: Comitê Olímpico Internacional, 2016.
8 Magalhães JLQ. Princípios Universais de Direitos Humanos e o novo Estado Democrático de Direito. 1999 [acesso 03 mar. 2017]. Disponível em: http://www.raul.pro.br/artigos/princip.pdf.
9 Costa VLM. O Sonho Olímpico de formar um campeão na vida: O papel dos educadores. In: Moragas M, Da Costa, L. (Org.). Universidad y estudios olímpicos: Seminarios España. Bellaterra: Servei de Publicacions;2006. p. 249-257.
10 Proni MW. A reinvenção dos Jogos Olímpicos: um projeto de marketing. Esporte e Sociedade. 2008; 3(9): 185-204.
11 Todt NS. Um país olímpico sem educação olímpica. Prêmio Brasil de Esporte e Lazer de Inclusão Social. 2008; 1: 370-380.
12 CIPC. Olimpismo – Seleção de Textos. Porto Alegre: Comitê Internacional Pierre de Coubertin; 2015.
13 Ferreira ABH. Mini Aurélio Século XXI: O minidicionário da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira; 2001.
14 ONU. Declaração Universal dos Direitos Humanos, 1948 [acesso 18 fev. 2017]. Disponível em: http://www.onu.org.br/img/2014/09/DUDH.pdf.
15 Da Silva JA. A dignidade da pessoa humana com valor supremo da democracia. Revista de direito administrativo. R Dir Adm. 1998; 212: 89-94, 1998.
16 Kant I. Fundamentação da metafísica dos costumes. Lisboa: Edições 70; 1995.
17 Tonetto MC. Sobre a caracterização do conceito de dignidade em Kant. Princípios: Revista de Filosofia. 2015; 20(33): 81-194.
18 Sarlet IW. Dignidade da pessoa humana. Em: Barreto VP., Dicionário de Filosofia do Direito. Renovar: Rio de Janeiro; 2009.
19 Lacerda BA. A dignidade humana em Giovanni Pico della Mirandola. Legis Augustus. 2010; 1(1): 13-20.
20 Gomes MC, Santos LJM, Silva PRP. Educação olímpica para quê? Educação Olímpica para quem? Representações e práticas para uma pedagogia crítica do olimpismo em tópicos especiais - O doping entre escolares. Podium. 2014; 3(1): 38-49.
21 Zimmermann MA. Quando e onde se forma a experiência olímpica do atleta. Revista USP. 2016; 110: 79-84.
22 Müller N. Olympic education. The Sport Journal. 2010; 7(1).
23 Binder D. Teaching Olympism in schools: Olympic education as a focus on values education. International Chair in Olympism Lecture. Barcelona: Centre for Olympic Studies; 2010 [acesso 29 abr. 2017. Disponível em: https://ddd.uab.cat/pub/worpap/2010/181092/binder_eng.pdf.
24 Culpan I, Wigmore S. The delivery of Olympism education within a physical education context drawing on critical pedagogy. Int. J. Sport Health Sci. 2010; 8: 67-76.
25 Brasil. Ampliação do Ensino Fundamental para nove anos – 3º Relatório do Programa. MEC: 2006 [acesso 26 mar. 2017]. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Ensfund/ensfun9arel2006.pdf.

Pádua GLD. A epistemologia genética de Jean Piaget. Revista FACEVV. 2009; 2:22-35.

27 Piaget J. Desenvolvimento e aprendizagem. In: Lavattelly CS, Stendler F. Reading in child behavior and development. New York: Hartcourt Brace Jonovich; 1972. p. 7-19.
O presente estudo busca refletir sobre a utilização da filosofia olímpica no âmbito escolar, atribuindo a ela uma visão intrínseca, fundamentada pelo pensamento socrático, e consolidada pela filosofia kantiana, através do termo Areté. Consolidando o Olimpismo com bases intrínsecas humanas, a aplicação no âmbito escolar se torna o alvo de discussões, amparada sob os argumentos de uma proposta de Educação Olímpica sendo contestada por uma outra proposta, a de Educação do Olimpismo. Por fim, uma educação baseada no Olimpismo é extremamente interessante, e alicerçada numa perspectiva intrínseca, se torna convidativa, pedindo por estudos mais aprofundados.
Referências
1 Yalouris N. Os Jogos Olímpicos na Grécia Antiga. São Paulo: Odysseus Editora; 2004.
2 Rubio K, Carvalho AL. Areté, fair play e o movimento olímpico contemporâneo. Revista Portuguesa de Ciências do desporto. 2005; 5(3): 350-357.
3 Murari JC, Amaral RG, Pereira Melo JJ. Objetivos e características da educação homérica: Uma reflexão sobre o conceito de areté. IX Congresso Nacional de Educação–EDUCERE/III Encontro Sul Brasileiro de Psicopedagogia–26 a. Vol. 29. 2009. Paraná. Paraná: PUCPR; 2009 [acesso 27 fev. 2017]. p. 9854-9866. Disponível em: http://www.pucpr.br/eventos/educere/educere2009/anais/pdf/2562_1928.pdf.
4 Galito MS. Areté – Heróismo e excelência. Studies. 2012; 92 [acesso 27 fev. 2017]. Disponível em: http://www.ci-cpri.com/wp-content/uploads/2013/12/Arete-Heroismo-Excelencia.pdf.
5 Futada FM. Educação olímpica: Conceito e modelos. In: Rubio K. (org.) Educação olímpica e responsabilidade social. São Paulo: Casa do Psicólogo; 2007. p. 13 -28.
6 Santos C. Educação e cultura Olímpica: O legado de Pierre de Coubertin. VIII Congresso Português de Sociologia, 2014, Évora – Portugal. Évora: Universidade de Évora; 2014 [acesso 03 mar. 2017]. Disponível em: http://www.aps.pt/viii_congresso/VIII_ACTAS/VIII_COM0393.pdf.   
7 COI. Carta Olímpica. Lausanne: Comitê Olímpico Internacional, 2016.
8 Magalhães JLQ. Princípios Universais de Direitos Humanos e o novo Estado Democrático de Direito. 1999 [acesso 03 mar. 2017]. Disponível em: http://www.raul.pro.br/artigos/princip.pdf.
9 Costa VLM. O Sonho Olímpico de formar um campeão na vida: O papel dos educadores. In: Moragas M, Da Costa, L. (Org.). Universidad y estudios olímpicos: Seminarios España. Bellaterra: Servei de Publicacions;2006. p. 249-257.
10 Proni MW. A reinvenção dos Jogos Olímpicos: um projeto de marketing. Esporte e Sociedade. 2008; 3(9): 185-204.
11 Todt NS. Um país olímpico sem educação olímpica. Prêmio Brasil de Esporte e Lazer de Inclusão Social. 2008; 1: 370-380.
12 CIPC. Olimpismo – Seleção de Textos. Porto Alegre: Comitê Internacional Pierre de Coubertin; 2015.
13 Ferreira ABH. Mini Aurélio Século XXI: O minidicionário da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira; 2001.
14 ONU. Declaração Universal dos Direitos Humanos, 1948 [acesso 18 fev. 2017]. Disponível em: http://www.onu.org.br/img/2014/09/DUDH.pdf.
15 Da Silva JA. A dignidade da pessoa humana com valor supremo da democracia. Revista de direito administrativo. R Dir Adm. 1998; 212: 89-94, 1998.
16 Kant I. Fundamentação da metafísica dos costumes. Lisboa: Edições 70; 1995.
17 Tonetto MC. Sobre a caracterização do conceito de dignidade em Kant. Princípios: Revista de Filosofia. 2015; 20(33): 81-194.
18 Sarlet IW. Dignidade da pessoa humana. Em: Barreto VP., Dicionário de Filosofia do Direito. Renovar: Rio de Janeiro; 2009.
19 Lacerda BA. A dignidade humana em Giovanni Pico della Mirandola. Legis Augustus. 2010; 1(1): 13-20.
20 Gomes MC, Santos LJM, Silva PRP. Educação olímpica para quê? Educação Olímpica para quem? Representações e práticas para uma pedagogia crítica do olimpismo em tópicos especiais - O doping entre escolares. Podium. 2014; 3(1): 38-49.
21 Zimmermann MA. Quando e onde se forma a experiência olímpica do atleta. Revista USP. 2016; 110: 79-84.
22 Müller N. Olympic education. The Sport Journal. 2010; 7(1).
23 Binder D. Teaching Olympism in schools: Olympic education as a focus on values education. International Chair in Olympism Lecture. Barcelona: Centre for Olympic Studies; 2010 [acesso 29 abr. 2017. Disponível em: https://ddd.uab.cat/pub/worpap/2010/181092/binder_eng.pdf.
24 Culpan I, Wigmore S. The delivery of Olympism education within a physical education context drawing on critical pedagogy. Int. J. Sport Health Sci. 2010; 8: 67-76.
25 Brasil. Ampliação do Ensino Fundamental para nove anos – 3º Relatório do Programa. MEC: 2006 [acesso 26 mar. 2017]. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Ensfund/ensfun9arel2006.pdf.

Pádua GLD. A epistemologia genética de Jean Piaget. Revista FACEVV. 2009; 2:22-35.

27 Piaget J. Desenvolvimento e aprendizagem. In: Lavattelly CS, Stendler F. Reading in child behavior and development. New York: Hartcourt Brace Jonovich; 1972. p. 7-19.
 
Publisher Olimpianos
 
Date 2019-05-05
 
Type info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
 
Format application/pdf
 
Identifier http://olimpianos.com.br/journal/index.php/Olimpianos/article/view/20
10.30937/2526-6314.v2n1.id20
 
Source Olimpianos - Journal of Olympic Studies; Vol 2 No 1 (2018); 304-323
Olimpianos - Journal of Olympic Studies; Vol. 2 Núm. 1 (2018); 304-323
Olimpianos - Journal of Olympic Studies; v. 2 n. 1 (2018); 304-323
2526-6314
 
Language por
 
Relation http://olimpianos.com.br/journal/index.php/Olimpianos/article/view/20/29
 

Contact Us

The PKP Index is an initiative of the Public Knowledge Project.

For PKP Publishing Services please use the PKP|PS contact form.

For support with PKP software we encourage users to consult our wiki for documentation and search our support forums.

For any other correspondence feel free to contact us using the PKP contact form.

Find Us

Twitter

Copyright © 2015-2018 Simon Fraser University Library