A biolinguística e a capacidade humana

Ecolinguística: Revista brasileira de ecologia e linguagem

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Title A biolinguística e a capacidade humana
 
Creator Chomsky, Noam
 
Subject Biolinguística; faculdade da linguagem; arquitetura mental da linguagem
 
Description A perspectiva biolinguística atualiza abordagens que remontam à tradição filosófica aristotélica, em relação ao que foi posteriormente interpretado como entidades mentais. Nesse sentido, a língua de um indivíduo é vista em todos os seus aspectos – som, significado, estrutura – como um estado de algum componente da mente, que se manifesta por intermédio das estruturas do cérebro, como atributo inato, resultante da evolução biológica do ser humano. De acordo essa abordagem, a língua é um estado da faculdade de linguagem – “uma língua-I no uso técnico, em que “I” põe em destaque o fato de que a concepção é internalista, individual, e intensional (com “s”, não com “c”) – ou seja, a real formulação dos princípios gerativos, não o conjunto por ele enumerado; este último pode ser visto como uma propriedade mais abstrata da língua-I(nterna), assim como podemos pensar no conjunto de trajetórias possíveis de um cometa através do sistema solar como uma propriedade desse sistema”. A argumentação baseia-se na hipótese de que a faculdade de linguagem tem as propriedades gerais de outros sistemas biológicos, apontando-se três fatores que entram no desenvolvimento da linguagem no indivíduo, a saber: fatores genéticos, que determinam a manifestação do estado mental definido como Gramática Universal (GU), considerado o aparato responsável por interpretar a experiência linguística, no processo de aquisição da linguagem, o que resulta no desenvolvimento das línguas particulares; a experiência, que conduz à variação, em uma gama limitada de possibilidades; e princípios não específicos à faculdade de linguagem, que incluem princípios da arquitetura estrutural que determinam o caráter geral dos tipos de sistemas linguísticos que podem surgir.  P a l a v r a s - c h a v e : Biolinguística; faculdade da linguagem; arquitetura mental da linguagem.A b s t r a c t : The biolinguistic perspective brings to the fore approaches that go back to the Aristotelian tradition, with respect to what was later interpreted as mental entities. Accordingly, a person’s language, in all of its aspects– sound, meaning and structure – is seen as a state of some component of the mind, which manifests itself through the brain, as an innate attribute, given the biological evolution of human beings. Within this approach, a given language is a state of the faculty of language – “an I-language in technical usage, where “I” underscores the fact the the conception is internalist, individual, and intensional (with na “s”, not a “t’ – that is, the actual formulation of the generative principles, not the set it enumerates; the latter we can think of as a more abstract property of the I-language, rather as we can think of the set of possible trajectories of a comet through the solar system as na abstract property of that system”. The discussion is based on the hypothesis that the faculty of language involves general properties that are found in other biological systems, pointing out three factors that might enter in the development of an individual’s language, namely: genetic factors, which determine the manifestation of the mental state called Universal Grammar, the genetic endowment that is responsible for interpreting the linguistic experience, in language acquisition, giving rise to the languages attained; the experience, which leads to variation, within a fairly narrow range; and principles not specific to  the faculty of language, which include the structural architecture of language, limiting the general character of attainable languages.  K e y w o r d s : Biolinguistics; faculty of language; mental architecture of language
 
Publisher Ecolinguística: Revista brasileira de ecologia e linguagem
 
Contributor
 
Date 2017-07-28
 
Type info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion

 
Format application/pdf
 
Identifier http://periodicos.unb.br/index.php/erbel/article/view/26581
 
Source Ecolinguística: Revista brasileira de ecologia e linguagem; v. 3, n. 2 (2017); 05-21
2447-7052
 
Language por
 
Relation http://periodicos.unb.br/index.php/erbel/article/view/26581/18833
 
Rights Direitos autorais 2017 Ecolinguística: Revista brasileira de ecologia e linguagem
 

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