I WANT PICTURES. WHERE ARE THE IMAGES COMMANDER HAMILTON? The rhetoric of contemporary criminal populism and the 'Democracy of Distrust', an analysis of the impacts of criminal populism on the contemporary Brazilian punitive complex

Revista de Ciências do Estado

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Title I WANT PICTURES. WHERE ARE THE IMAGES COMMANDER HAMILTON? The rhetoric of contemporary criminal populism and the 'Democracy of Distrust', an analysis of the impacts of criminal populism on the contemporary Brazilian punitive complex
Eu quero imagens, cadê as imagens, comandante Hamilton? A retórica do populismo penal contemporâneo e a ‘democracia da desconfiança’, uma análise dos impactos do populismo penal no contemporâneo complexo punitivo brasileiro
 
Creator Pereira, Leonardo Faustino
Ribeiro, Sara Carolina Zica
 
Subject Crime
Populism
language
crime
populismos
linguagem
 
Description The Brazilian punitive complex, understood here not only as the prison but as all instances of the exercise of state power in its criminalizing activity, not only exists in the figure of its agents, institutions and physical means of control and containment, but also has existence in the cultural field, infiltrating language and through it the social perception of reality. Thus, it is possible to say that there is a punitive language formed and capable of reforming the punitive complex. However, this language, existing as a social construct, is continually at the mercy of external factors, and the recent escalation of party-ideological sectarization and the emergence of political identities based on distrust in traditional institutions have reshaped this language and ultimately instance the whole punitive complex, towards an ultra-punitivism of strong populist appeal. This paper attempts to understand how contemporary relations between politics and language have led to this phenomenon.
O complexo punitivo brasileiro, esse aqui compreendido não apenas como a prisão mas sim como todas as instâncias de exercício do poder estatal em sua atividade criminalizadora, não existe apenas na figura de seus agentes, instituições e meios físicos de controle e contenção, mas também possui existência no campo cultural, infiltrando-se na linguagem e, através dessa, na percepção social da realidade. Dessa forma, é possível se falar que existe uma linguagem punitiva formada, e capaz de reformar, o complexo punitivo. No entanto, essa linguagem, existindo como um constructo social, está continuamente à mercê de fatores externos, sendo que o recente escalonamento da sectarização ideológico-partidária e o aparecimento de identidades políticas baseadas na desconfiança nas instituições tradicionais, remodelaram essa linguagem e, em última instância todo o complexo punitivo, em direção a um ultrapunitivismo de forte apelo populista. O presente artigo tenta compreender como as contemporâneas relações entre política e linguagem acabaram levando a esse fenômeno.
 
Publisher Revista de Ciências do Estado
 
Date 2020-05-13
 
Type info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
 
Format application/pdf
 
Identifier https://periodicos.ufmg.br/index.php/revice/article/view/e15166
 
Source Revista de Ciências do Estado; v. 5 n. 1 (2020): Estado e (contra)cultura II; 1-18
2525-8036
2595-6051
 
Language por
 
Relation https://periodicos.ufmg.br/index.php/revice/article/view/e15166/16737
 
Rights Copyright (c) 2020 Leonardo Faustino Pereira, Sara Carolina Zica Ribeiro
 

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