Patients with type 2 diabetes mellitus using drugs by filing lawsuits: is there clinical and laboratory monitoring?

Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade

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Title Patients with type 2 diabetes mellitus using drugs by filing lawsuits: is there clinical and laboratory monitoring?
Pacientes con diabetes mellitus tipo 2 en uso de medicamentos vía judicial: ¿hay monitoreo clínico y laboratorial?
Pacientes com diabetes mellitus tipo 2 em uso de medicamentos via judicial: há monitorização clínica e laboratorial?
 
Creator Ferreira, Gustavo Costa
Mendonça , Thays Santos
Silva, Eduardo Sérgio
Pereira, Mariana Linhares
Belo , Vinícius Silva
Ferreira, Vitor Costa
Baldoni, André de Oliveira
 
Subject Diabetes Mellitus, Type 2
Health’s Judicialization
Access to Information
Pharmaceutical Services
Universal Health Insurance
Diabetes Mellitus Tipo 2
Judicialización de la Salud
Acceso a la Información
Servicios Farmacéuticos
Cobertura Universal del Seguro de Salud
Diabetes Mellitus Tipo 2
Judicialização da Saúde
Acesso à Informação
Assistência Farmacêutica
Cobertura Universal do Seguro de Saúde
 
Description Introduction: The continuous increase in the number of health judicialization processes, the epidemiological relevance of type 2 diabetes mellitus (DM2), the scarcity of resources used to monitor the investments of lawsuits, and their high cost to public health, that said there is a need for studies that analyze the profile of the judicialization of antidiabetics, which is the main class of drugs targeted by lawsuits. Objective: To analyze whether patients with DM2 attended by judicial system, are followed up and monitored in Brazilian Public Health System (SUS) before and after judicial proceedings. In addition to analyzing the profile of drugs legalized for the treatment of DM2. Methods: A retrospective observational study, which secondary database, medical records and judicial files, was conducted with 56 patients with DM2 who have acquired at least one of their medicines through lawsuits, in 2019, in a city in Minas Gerais. The data were analyzed 12 months before and 12 months after judicialization process. Results: Among the 56 lawsuits, 39% were concentrated in only three health units. Only 30 patients (53%) before and 29 (51%) after judicialization had appointments in SUS. Furthermore, only 15 (26%) and 13 (23%) patients, respectively before and after judicialization, had some laboratory test performed by SUS. The insulins Levemir Flex Pen® (13%), Novo Rapid® (11%), and Lantus® (7%) were the most judicialized drugs. Conclusion: It was observed that despite the SUS providing the high-cost therapeutic input through an unconventional gateway, there is no clinical and laboratory monitoring to evaluate the effectiveness of the technology, as recommended by clinical protocols and Brazilian laws about access to medicines.
Introducción: El aumento continuo en el número de procesos de judicialización de la salud, la relevancia epidemiológica de la diabetes mellitus tipo 2 (DM2), la escasez de recursos utilizados para monitorear las inversiones en procesos judiciales y de su alto costo para la salud pública, se vuelven necesarios estudios que analicen el perfil de la judicialización de los antidiabéticos, que es la principal clase de medicamentos a las que se dirigen los procesos judiciales. Objetivo: Analizar si los pacientes con DM2 atendidos vía judicial, fueron acompañados y monitoreados en el Sistema Único de Salud (SUS) antes y después de los procesos judiciales. Además de analizar el perfil de las drogas legalizadas para el tratamiento de la DM2. Métodos: Se trata de un estudio retrospectivo longitudinal, que utilizó datos secundarios, registros médicos y archivos de demandas, de 56 pacientes con DM2 que adquirieron al menos uno de sus medicamentos a través de la judicialización, en el año 2019, en un municipio de Minas Gerais. Los datos fueron analizados 12 meses antes y 12 meses después de la judicialización. Resultados: Entre las 56 acciones judiciales, el 39% se concentró en solo tres unidades de salud en el municipio. Solo 30 pacientes (53%) antes y 29 (51%) después de la judicialización tuvieron consultas en el SUS. Además, solo 15 (26%) y 13 (23%) pacientes, respectivamente antes y después de la judicialización, se sometieron a pruebas de laboratorio realizadas por el SUS. Las insulinas Levemir Flex Pen® (13.0%), Novo Rapid® (11%) y Lantus® (7%) fueron los medicamentos más judicializadas. Conclusión: Se observó que a pesar de que el SUS proporciona un recurso terapéutico de alto costo a través de una puerta de entrada no convencional, no hay monitoreo clínico y laboratorial para la evaluación de la efectividad del uso de la tecnología, según lo recomendado por los protocolos clínicos y dispositivos legales brasileros sobre el acceso a medicamentos.
Introdução: O aumento contínuo do número de processos de judicialização da saúde, a relevância epidemiológica do diabetes mellitus tipo 2 (DM2), a escassez de recursos utilizados para monitorar os investimentos dos processos judiciais e do seu alto custo para a saúde pública, diante disso torna-se necessário estudos que analisem o perfil da judicialização dos antidiabéticos, que é a principal classe de medicamentos alvo dos processos judiciais. Objetivo: Analisar se os pacientes com DM2 atendidos via judicial, foram acompanhados e monitorados no Sistema Único de Saúde (SUS) antes e após os processos judiciais. Além de analisar o perfil de medicamentos judicializados para tratamento da DM2. Métodos: Trata-se de um estudo longitudinal retrospectivo, que utilizou dados secundários, prontuários e arquivos de processos judiciais, de 56 pacientes com DM2 que adquiriram pelo menos um de seus medicamentos por meio da judicialização, no ano de 2019, em um município mineiro. Os dados foram analisados 12 meses antes e 12 meses após a judicialização. Resultados: Dentre as 56 ações judiciais, 39% se concentraram em apenas três unidades de saúde do município. Somente 30 pacientes (53%) antes e 29 (51%) após a judicialização tiveram consultas no SUS. Além disso, apenas 15 (26%) e 13 (23%) pacientes, respectivamente antes e após a judicialização, apresentaram algum exame laboratorial realizado pelo SUS. As insulinas Levemir Flex Pen® (13%), Novo Rapid® (11%) e Lantus® (7%) foram os medicamentos mais judicializados. Conclusão: Observou-se que apesar do SUS prover o insumo terapêutico de elevado custo por meio de uma porta de entrada não convencional, não há monitorização clínica e laboratorial para avaliação da efetividade do uso da tecnologia, conforme recomendam os protocolos clínicos e dispositivos legais brasileiros sobre acesso a medicamentos.
 
Publisher Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC)
 
Date 2020-11-26
 
Type info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
Artigos Originais; Original Articles
 
Format application/pdf
 
Identifier https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/2561
10.5712/rbmfc15(42)2561
 
Source Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade; Vol. 15 No. 42 (2020); 2561
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade; Vol. 15 Núm. 42 (2020); 2561
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade; v. 15 n. 42 (2020); 2561
2179-7994
1809-5909
 
Language por
 
Relation https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/2561/1577
 
Rights Copyright (c) 2020 Gustavo Costa Ferreira, Thays Santos Mendonça , Eduardo Sérgio Silva, Mariana Linhares Pereira, Vinícius Silva Belo , Vitor Costa Ferreira, André de Oliveira Baldoni
https://creativecommons.org/licenses/by/4.0
 

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