Polypharmacy in adults and elderly registered in the Family Health Strategy: association with sociodemographic, lifestyle, social support network and health factors

Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade

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Title Polypharmacy in adults and elderly registered in the Family Health Strategy: association with sociodemographic, lifestyle, social support network and health factors
Polifarmacia en adultos y ancianos registrados em la Estrategia de Salud de la Familia: asociación con factores sociodemográficos, estilo de vida, red de apoyo social y de salud
Polimedicação em adultos e idosos cadastrados na Estratégia Saúde da Família: associação com fatores sociodemográficos, estilo de vida, rede de apoio social e saúde
 
Creator Andrade, Nathália de Oliveira
Alves, Aline Martins
Luchesi, Bruna Moretti
Martins, Tatiana Carvalho Reis
 
Subject Polypharmacy
Primary Health Care
Family Health Strategy
Aging.
Polifarmacia
Atención Primaria de Salud
Estrategia de Salud Familiar
Envejecimiento.
Polimedicação
Atenção Primária à Saúde
Estratégia Saúde da Família
Envelhecimento.
 
Description Introduction: In the global context, there is a change in the profile of morbidity and mortality due to demographic and epidemiological transitions, related to increase in the number of elderly people and chronic non-communicable diseases. In this scenario, polypharmacy has become frequent and, therefore, its damages are visualized. The use of multiple medications increases the risk of potentially inappropriate prescriptions, which promotes pharmacological interactions, adverse drug events and hospitalizations. There is also a burden on the health system and health care. Objective: To identify factors associated with polypharmacy in adults and older adults. Methods: This is a cross-sectional and quantitative study, carried out in 2018 and 2019, with n=147 adults (45-59 years old) and n=153 elderlies (≥60y), registered in the Family Health Strategy (ESF) in in Três Lagoas/MS/Brazil. Sociodemographic characterization, lifestyle, social support network and health information data were collected. The number of drugs of continuous use taken per day was questioned, and the use of five or more medications was considered polypharmacy. Binomial logistic regression was conducted to identify factors associated with polypharmacy. Results: The prevalence of polypharmacy was 10.2% (95% CI = [6.3% -16.2%]) for adults and 17.0% (95% CI = [11.9% -23.7%]) for the elderly. Increased age (OR = 1.32; 95% CI = 1.10-1.59) and no partner (OR = 6.52; 95% CI = 1.59-26) were associated with polypharmacy for the adult group. For the elderly group, the associated factors were having suffered at least one fall in the last year (OR = 3.33; 95% CI = 1.13-9.85), being a smoker (OR = 5.04; 95% CI = 1.30-19.62), assess health as regular (OR = 4.10; 95% CI = 1.16-14.54) or poor/very bad (OR = 6.59; 95% CI = 1.31-33.08). Alcohol consumption was inversely associated with polypharmacy (OR = 0.15; 95% CI = 0.02-0.98) in the elderly. Conclusions: In view of the potential risks offered by polypharmacy, it is essential to distinguish groups in conditions of greater vulnerability to the use of multiple medications and more careful monitoring, in order to ensure greater safety in the prescription of drugs in primary care and the improvement of attention.
Introducción: En el contexto global, hay un cambio en el perfil de morbilidad y mortalidad debido a las transiciones demográficas y epidemiológicas, en relación con el aumento en el número de personas mayores y enfermedades crónicas no transmisibles. En este escenario, la polimedicación se ha vuelto frecuente y, por lo tanto, se visualizan sus daños. El uso de múltiples medicamentos aumenta el riesgo de prescripciones potencialmente inapropiadas, lo que promueve interacciones farmacológicas, eventos adversos de medicamentos y hospitalizaciones. A esto se agrega la carga sobre el sistema de salud y la asistencia médica. Objetivo: identificar los factores asociados con la polimedicación en adultos mayores y ancianos. Métodos: Este es un estudio transversal y cuantitativo, realizado en 2018 y 2019, con n=147 adultos (45-59 años) y n = 153 ancianos (≥60 años), registrados en la Estrategia de Salud Familiar (FSE) en el municipio Três Lagoas/MS. Se recogieron datos de caracterización sociodemográfica, estilo de vida, red de apoyo social e información de salud. Se cuestionó la cantidad de medicamentos de uso continuo que se toman por día, y el uso de cinco o más medicamentos se consideró polifarmacia. La regresión logística binomial se realizó para identificar los factores asociados con la polifarmacia. Resultados: La prevalencia de polifarmacia fue del 10.2% (IC 95% = [6.3% -16.2%]) para adultos y 17.0% (IC 95% = [11.9% -23.7%]) para las personas mayores. El aumento de la edad (OR = 1.32; IC 95% = 1.10-1.59) y ninguna pareja (OR = 6.52; IC 95% = 1.59-26) se asociaron con polifarmacia para el grupo de adultos. Para el grupo de ancianos, los factores asociados fueron haber sufrido al menos una caída en el último año (OR = 3.33; IC 95% = 1.13-9.85), ser fumador (OR = 5.04; IC 95% = 1.30-19.62), evalúe la salud como regular (OR = 4.10; IC 95% = 1.16-14.54) o pobre / muy mala (OR = 6.59; IC 95% = 1, 31-33.08). El consumo de alcohol fue inversamente asociado con la polifarmacia (OR = 0.15; IC 95% = 0.02-0.98) en los ancianos. Conclusiones: En vista de los riesgos potenciales que ofrece la polimedicación, es esencial distinguir grupos en condiciones de mayor vulnerabilidad al uso de múltiples medicamentos y un monitoreo más cuidadoso, a fin de garantizar una mayor seguridad en la prescripción de medicamentos en atención primaria y la mejora cuidado.
Introdução: Verifica-se, no contexto global, a modificação do perfil da morbimortalidade em decorrência das transições demográfica e epidemiológica, relacionadas ao aumento do número de idosos e de doenças crônicas não-transmissíveis. Nesse cenário, a polimedicação tem se tornado frequente e, por conseguinte, seus danos são visualizados. O uso de múltiplos medicamentos amplia o risco de prescrições potencialmente inapropriadas, o que propicia interações farmacológicas, eventos adversos a medicamentos e hospitalizações. Soma-se a isso o ônus ao sistema de saúde e à assistência médica. Objetivo: Identificar os fatores associados à polimedicação em adultos mais velhos e idosos. Métodos: Trata-se de um estudo transversal e quantitativo, realizado em 2018 e 2019, com n=147 adultos (45-59 anos) e n=153 idosos (≥60 anos), cadastrados na Estratégia Saúde da Família (ESF) no município de Três Lagoas/MS. Foram coletados dados de caracterização sociodemográfica, estilo de vida, rede de apoio social e informações sobre saúde. Questionou-se o número de fármacos de uso contínuo tomados por dia, sendo considerada polifarmácia a utilização de cinco ou mais medicamentos. Foi conduzida uma regressão logística binomial para identificar os fatores associados à polifarmácia. Resultados: A prevalência de polifarmácia foi 10,2% (IC95% = [6,3%-16,2%]) para os adultos e 17,0% (IC95% = [11,9%-23,7%]) para os idosos. Estiveram associados à polifarmácia para o grupo de adultos o aumento da idade (OR=1,32; IC95%=1,10-1,59) e não possuir companheiro (OR=6,52; IC95%=1,59-26,81). Já para o grupo de idosos, os fatores associados foram ter sofrido pelo menos uma queda no último ano (OR=3,33; IC95%=1,13-9,85), ser tabagista (OR=5,04; IC95%=1,30-19,62), avaliar a saúde como regular (OR=4,10; IC95%=1,16-14,54) ou ruim/muito ruim (OR=6,59; IC95%=1,31-33,08). O consumo de álcool foi inversamente associado à polifarmácia (OR=0,15; IC95%=0,02-0,98) nos idosos. Conclusões: Diante dos potenciais riscos oferecidos pela polimedicação, torna-se imprescindível a distinção dos grupos em condição de maior vulnerabilidade ao uso de múltiplos medicamentos e um acompanhamento mais cauteloso, a fim de assegurar maior segurança na prescrição de fármacos na atenção primária e o aprimoramento do cuidado.
 
Publisher Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC)
 
Date 2020-10-09
 
Type info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
Artigos Originais; Original Articles
 
Format application/pdf
 
Identifier https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/2462
10.5712/rbmfc15(42)2462
 
Source Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade; Vol. 15 No. 42 (2020); 2462
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade; Vol. 15 Núm. 42 (2020); 2462
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade; v. 15 n. 42 (2020); 2462
2179-7994
1809-5909
 
Language por
 
Relation https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/2462/1570
 
Rights Copyright (c) 2020 Nathália de Oliveira Andrade, Aline Martins Alves, Bruna Moretti Luchesi, Tatiana Carvalho Reis Martins
https://creativecommons.org/licenses/by/4.0
 

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