Asymptomatic bacteriuria in low-risk pregnancy - what is the evidence of its treatment?

Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade

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Title Asymptomatic bacteriuria in low-risk pregnancy - what is the evidence of its treatment?
Bacteriuria asintomática en el embarazo de bajo riesgo – ¿cuál es la evidencia de su tratamiento?
Bacteriúria assintomática na gravidez de baixo risco – qual a evidência do seu tratamento?
 
Creator Cordeiro, Cátia Sofia Leocádio
Ribeiro, Ana Isabel
Cavadas, Luís Filipe
 
Subject Bacteriuria
Pregnancy
Premature Birth
Primary Health Care
Bacteriuria
Embarazo
Nacimiento Prematuro
Atención Primaria de Salud
Bacteriúria
Gravidez
Nascimento Prematuro
Atenção Primária à Saúde
 
Description Asymptomatic bacteriuria (ASB) has been associated with an increased risk of maternal pyelonephritis (PN) and preterm birth (PTB). International clinical guidelines recommend its research and treatment during pregnancy. However, the benefit and risk of screening and treating ASB is not consensual, and this review intends to analyze the available evidence regarding the influence of ASB treatment on maternal and fetal morbidity and mortality. We search on MEDLINE database and Evidence-Based Medicine sites of evidence-based reviews, clinical guidelines, meta-analysis, systematic reviews and randomized controlled trials, using the MeSH terms “Bacteriuria AND Pregnancy”, of articles published between January 2008 and May 2018, in English, French, Spanish and Portuguese. The Strength of Recommendation Taxonomy (SORT) scale of the American Family Physician was used to assess the levels of evidence and assignment of recommendation forces. We identified 136 articles, of which ten met the inclusion criteria. The existing evidence, mostly based on outdated or small and with methodological shortcomings clinical trials, does not allow a clear conclusion as to whether the treatment of ASB positively influences maternal and fetal morbidity and mortality; the most recent data effectively points to a lack of benefit with ASB treatment (SOR B). To address the limitations of the studies found, controlled, randomized, higher quality and larger studies are needed to assess the influence of ASB treatment on maternal and fetal morbidity and mortality.
La bacteriuria asintomática (BUA) se ha asociado a un aumento del riesgo de pielonefritis materna y parto prematuro. Las pautas en general recomiendan la detección y tratamiento de BUA en el embarazo. Sin embargo, el beneficio y riesgo de la detección y tratamiento de la BUA no son consensuales, y esta revisión pretende analizar la evidencia disponible sobre la influencia del tratamiento de la BUA en la morbilidad y mortalidad materna y fetal. Buscamos en la base de datos MEDLINE y en los sitios de Medicina Basada en la Evidencia, de revisiones basadas en la evidencia, guías clínicas, metanálisis, revisiones sistemáticas y ensayos controlados aleatorios, utilizando los términos MeSH “Bacteriuria Y Embarazo”, de artículos publicados entre enero 2008 y mayo de 2018, en inglés, francés, español y portugués. Para la evaluación de los niveles de evidencia y asignación de fuerzas de recomendación, se utilizó la escala Strength of Recommendation Taxonomy (SORT) de la American Family Physician. Se identificaron 136 artículos, de los cuales 10 cumplían los criterios de inclusión. La evidencia existente, basada principalmente en ensayos clínicos obsoletos o pequeños y con deficiencias metodológicas, no permite una conclusión clara sobre si el tratamiento de la BUA influye positivamente la morbilidad y mortalidad materna y fetal; los datos más recientes apuntan a una falta de beneficio con el tratamiento de la BUA (SOR B). Para colmar las limitaciones de los estudios encontrados se necesitan estudios controlados, aleatorizados, de mayor calidad y tamaño para evaluar la influencia del tratamiento de la BUA en la morbilidad y mortalidad materna y fetal.
A bacteriúria assintomática (BUA) tem estado associada a aumento do risco de pielonefrite materna e parto pré-termo. As normas de orientação clínica internacionais recomendam a sua pesquisa e tratamento durante a gravidez. No entanto, os benefícios e riscos da sua pesquisa e tratamento não são consensuais. Esta revisão tem por objetivo analisar a evidência disponível quanto à influência do tratamento da BUA na morbimortalidade materna e fetal. Os autores realizaram pesquisa na base de dados MEDLINE e sites de Medicina Baseada na Evidência, de revisões baseadas na evidência, normas de orientação clínica, meta-análises, revisões sistemáticas e ensaios clínicos controlados e aleatorizados, utilizando os termos MeSH: Bacteriuria e Pregnancy, de artigos publicados entre janeiro de 2008 e maio de 2018, em Inglês, Francês, Espanhol e Português. Para avaliação dos níveis de evidência e atribuição de forças de recomendação, foi utilizada a escala Strength of Recommendation Taxonomy (SORT) da American Family Physician. Foram identificados 136 artigos, dos quais 10 cumpriam critérios de inclusão. A evidência existente, maioria baseada em estudos antigos com importantes limitações metodológicas, não permite concluir de forma clara se o tratamento da BUA influencia positivamente a morbimortalidade materna e fetal, no entanto dados recentes apontam para ausência de benefício com o tratamento da BUA em gravidezes únicas de baixo risco (Força de recomendação B), o que questiona a prática clínica corrente. Para colmatar as limitações dos estudos encontrados, são necessários estudos controlados, aleatorizados, de elevada qualidade e maior dimensão que avaliem a influência do tratamento da BUA na morbimortalidade materna e fetal.
 
Publisher Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC)
 
Date 2019-10-25
 
Type info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
Artigos Originais; Original Articles
 
Format application/pdf
 
Identifier https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1922
10.5712/rbmfc14(41)1922
 
Source Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade; Vol 14 No 41 (2019); 1922
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade; Vol. 14 Núm. 41 (2019); 1922
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade; v. 14 n. 41 (2019); 1922
2179-7994
1809-5909
 
Language por
 
Relation https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1922/1001
 
Rights Copyright (c) 2019 Cátia Sofia Leocádio Cordeiro, Ana Isabel Ribeiro, Luís Filipe Cavadas
https://creativecommons.org/licenses/by/4.0
 

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