Assepsia de segmentos nodais de mini-rosa (Rosa sp.) para o estabelecimento in vitro

Journal of Biotechnology and Biodiversity

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Title Assepsia de segmentos nodais de mini-rosa (Rosa sp.) para o estabelecimento in vitro
Mini rose (Rosa sp.) nodal segments asepsis for in vitro establishment
 
Creator Miléo da Silva, Ana Caroline
Pletsch Dalla Costa, Tanara
Correa Costa, Milla Karolina
de Freitas Sia, Eliandra
Rangel Rodrigues, Rogério
 
Subject plant tissue culture
explants
sodium hypochlorite
ornamental plants
cultura de tecidos vegetais
explante
hipoclorito de sódio
plantas ornamentais
 
Description O Brasil se destaca como um dos maiores produtores de plantas ornamentais do mundo. E as mini-rosas (Rosa sp.) estão entre as flores de vaso mais comercializadas. No entanto, apesar de sua grande importância econômica, os métodos de propagação tradicional possuem características indesejadas, pois favorecem a disseminação de doenças e pragas, dependência sazonal e baixa taxa de multiplicação. Portanto, o objetivo neste trabalho foi avaliar o uso de diferentes concentrações e tempos de imersão em solução de hipoclorito de sódio (NaClO) na assepsia de segmentos nodais de mini-rosa. Os segmentos nodais foram coletados de plantas jovens de mini-roseiras de cor vermelha, oriundas do campo. Foram avaliados nove tratamentos, combinando-se as concentrações de 0,75, 1,00 e 1,25% de NaClO e os tempos de 10, 20 e 30 minutos de exposição dos explantes ao agente desinfestante. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com nove tratamentos contendo 20 repetições. Ao longo de 30 dias de cultivo in vitro, avaliou-se o percentual de contaminação, sobrevivência e necrose dos explantes. De acordo com os dados obtidos, verificou-se alta taxa de contaminação em todos os tratamentos. Porém, os explantes submetidos à concentração de 1,25% de NaClO por 30 minutos, apresentaram a maior taxa de assepsia (45%). Ainda neste mesmo tratamento, não foram verificadas contaminações por bactérias nem ocorrência de necrose nos explantes. Portanto, os segmentos nodais de mini-rosa submetidos ao hipoclorito de sódio na concentração de 1,25% por 30 minutos de imersão obtiveram o maior percentual de assepsia.
Brazil stands out as one of the largest producers of ornamental plants in the world. The mini roses (Rosa sp.) are among the most commercialized vase flowers. However, despite of their great economic importance, traditional propagation methods presents undesirable characteristics, since they favor the spread of diseases and pests, seasonal dependence and low multiplication rate. Therefore, the objective of this study was to evaluate the mini rose nodal segments asepsis using different concentrations and immersion times in sodium hypochlorite solution (NaClO). Nodal segments were collected from young mini red roses plants, straight from the field. Nine treatments were evaluated, combining the concentrations of 0.75, 1.00 and 1.25% NaClO and the times of 10, 20 and 30 minutes of exposure the explants to disinfectant agent. The experimental design was completely randomized, with nine treatments containing 20 replications. Over 30 days of in vitro culture, the percentage of explant contamination, survival and necrosis were evaluated. According to the data obtained, there was a high contamination rate in all treatments. However, explants submitted to 1.25% NaClO concentration for 30 minutes had the highest aseptic rate (45%). Also, in this same treatment, no bacterial contamination or explant necrosis were observed. Therefore, the mini rose nodal segments submitted to sodium hypochlorite at 1.25% concentration for 30 minutes of immersion obtained the highest percentage of asepsis.
 
Publisher Universidade Federal do Tocantins - UFT
 
Date 2019-10-05
 
Type info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
 
Format application/pdf
application/epub+zip
 
Identifier https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/JBB/article/view/7372
10.20873/jbb.uft.cemaf.v7n1.silva
 
Source Journal of Biotechnology and Biodiversity; v. 7 n. 1 (2019): Journal of Biotechnology and Biodiversity; 225-230
2179-4804
 
Language por
 
Relation https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/JBB/article/view/7372/15860
https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/JBB/article/view/7372/15861
 
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