LGBT+ Health on Primary Care: the experience report of a workshop during the medical internship on Family Medicine and Mental Health in a public university

Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade

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Title LGBT+ Health on Primary Care: the experience report of a workshop during the medical internship on Family Medicine and Mental Health in a public university
Salud de la población LGBT + en el contexto de la atención primaria en salud: relato de taller realizado en el internado integrado de Medicina de Familia y Comunidad/Salud Mental en una universidad pública
Saúde da população LGBT+ no contexto da atenção primária em saúde: relato de oficina realizada no internato integrado de Medicina de Família e Comunidade/Saúde Mental em uma universidade pública
 
Creator Loria, Gabriela Bueno
Faig Canesin, Guilherme Martinolli
Silva, Guilherme Martins
Amorim, Gustavo Henrique de Oliveira
de Melo, Julia Mendes
Santos, Laerte Romualdo
da Rosa, Larissa Fonte Dutra
de Santiago, Clarisse Rinaldi Salles
Mattos, Denise da Silva
Pedrosa, Michele Lopes
Leal, Erotildes Maria
 
Subject Minority Health; Sexual and Gender Minorities; Education, Medical; Primary Health Care; Family Practice

Salud de las Minorías; Minorías Sexuales y de Género; Educación Médica; Atención Primaria de Salud; Medicina Familiar y Comunitaria

Saúde das Minorias; Minorias Sexuais e de Gênero; Educação Médica; Atenção Primária à Saúde; Medicina de Família e Comunidade
Minorias Sexuais e de Gênero; Capacitação de Recursos Humanos em Saúde; Educação Superior; Sexual and Gender Minorities; Health Human Resource Training; Education, Higher
 
Description Introduction: The LGBT+ healthcare is marked with particularities and vulnerabilities that require differenced attention. Sensitizing and qualifying healthcare professionals to these population’s needs is fundamental to guarantee the right to health. The curriculum from health degrees, that usually does not address this issue, have been questioned by students along with LGBTphobia reports among the medical education and revindication for practical capacitation. In this context, the Integrated Family & Community Medicine (MFC) and Mental Health Internship at Faculty of Medicine of the Federal University of Rio de Janeiro, prepared a workshop on LGBT Health, presented in this article. Methods: A workshop took place in May of 2018, having a target audience of interns of MFC. It aimed to sensitize medical students regarding the referred theme and to give practical tools to be used in primary medicine and other healthcare environments. Medical undergrads who identify themselves as LGBT+ were invited to conduct the activity under the orientation of tutors from the internship. Given that those medical students were protagonists in this activity, it was possible to articulate the scientific knowledge, accomplished with regular studies on the theme, and the experiential expertise. The workshop was divided in four acts: i) sensitization; ii) case discussion; iii) information and orientations on good practice; iv) questions and feedback. The workshop lasted 4 hours, using active and participatory learning methods. Results: The objectives were achieved with a highly good evaluation as to the workshop’s organization and performance. The students and professors that coordinated the activity prepared a narrative evaluation. The workshop’s subjects, the MFC interns, took later an online feedback questionnaire, in which they positively evaluated the methods and acquired knowledge. Conclusion/Future works: The workshop, firstly implemented as an experimental activity, is now part of the regular medical internship curriculum. An optative course and an extension project are being planned, aiming to reach other medical students and public healthcare providers. Including the subject in the medical curriculum as a longitudinal discussion remains a challenge.
Introducción: La atención médica LGBT + está señalada con particularidades y vulnerabilidades que requieren una atención diferenciada. Sensibilizar y calificar a los profesionales de la salud de las necesidades de esta población es fundamental para garantizar su derecho a la salud. El plan de estudios de las carreras de salud, que en general no abordan este tema, ha sido cuestionado por los estudiantes junto con los informes de LGBTphobia entre la educación médica y la reivindicación de la capacitación práctica. En este contexto, la Pasantía Integrada de la Medicina de la Família y la Comunidad y Salud Mental de la graduación en medicina de la Universidad Federal de Rio de Janeiro elaboró un taller sobre salud LGBT+, presentado en este artículo. Métodos: Realizado en mayo de 2018 con los internos en pasantía curricular en la APS como el público-objetivo. Los objetivos eran sensibilizar a los estudiantes de medicina sobre el tema presentado y ofrecer herramientas prácticas para que las utilicen en la medicina primaria y en otros entornos de atención médica. Se invitó a los estudiantes de medicina que se identifican a sí mismos como LGBT+, para realizar la actividad bajo la orientación de tutores de la pasantía. Como los estudiantes de medicina fueron los protagonistas de esta actividad, fue posible articular el conocimiento científico, realizado con estudios regulares sobre el tema y la vivencia experiencial. El taller se dividió en cuatro partes: i) sensibilización; ii) discusión del caso; iii) información y orientaciones sobre buenas prácticas; iv) preguntas y comentarios. El taller tuvo una duración de cuatro horas, utilizando métodos de aprendizaje activo y participativo. Resultados: Los objetivos se lograron con una evaluación muy buena de la organización y el desempeño del taller. Los estudiantes y profesores que coordinaron la actividad realizaron una evaluación narrativa. Los pasantes presentes contestaron a un cuestionario en línea con preguntas objetivas y abiertas y evaluaron positivamente la actividad tanto por su metodología como por el contenido. Conclusión/Desarrollo: El taller, implementado como una actividad experimental, ahora forma parte del plan de estudios de prácticas médicas regulares. Se está planificando un curso optativo y un proyecto de extensión, con el objetivo de llevar eses conocimientos a otros estudiantes de medicina y proveedores de la salud pública. Incluir el tema en los planes de estudios médicos como una discusión longitudinal sigue siendo un desafío.
 Introdução: A saúde da população LGBT+ apresenta particularidades e vulnerabilidades que requerem atenção diferenciada. Sensibilizar e qualificar profissionais de saúde para as necessidades dessa população é fundamental para garanti-la o direito à saúde. Os currículos das graduações em saúde, que em geral não incorporam tais questões, têm sido interrogados pelo alunado com denúncias de LGBTfobia no curso médico e reivindicação de capacitação prática. Nesse contexto, o Internato Integrado de Medicina de Família e Comunidade e Saúde Mental da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro organizou oficina sobre Saúde da População LGBT, apresentada neste artigo. Métodos: Realizada em maio de 2018, teve como público alvo internos em estágio curricular na Atenção Primária em Saúde (APS), no município do Rio de Janeiro. Sensibilizar para o tema e apresentar ferramentas úteis para o cuidado na APS, e em outros cenários, foram os objetivos. Graduandos de medicina autodeclarados LGBT+ foram convidados a assumir a condução da atividade, preparada sob orientação de professoras do internato. O protagonismo dado a esses alunos permitiu articular à expertise científica, promovida nos estudos regulares sobre o tema, a expertise experiencial. A oficina ocorreu em 4 tempos: i) sensibilização; ii) discussão de casos; iii) informação e exposição de orientações para boas práticas em saúde; iv) dúvidas e avaliação. A duração total foi de 4 horas, com metodologias ativas e participativas. Resultados: Os objetivos foram alcançados e a atividade bem avaliada em sua organização e execução. Avaliação narrativa foi realizada com alunos e professores organizadores. Os internos participantes responderam questionário online com perguntas abertas e fechadas e também avaliaram positivamente a atividade nos quesitos metodologia e conteúdo. Conclusão/Desdobramentos: A oficina foi incluída nas atividades regulares do internato. Estão em construção, com vistas a difundir esses conhecimentos a outros estudantes do curso médico e a profissionais da rede de saúde municipal, disciplina eletiva e projeto de extensão. A inclusão longitudinal do tema no currículo permanece como desafio.
 
Publisher Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC)
 
Contributor


 
Date 2019-07-16
 
Type info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion

Relato de experiência


 
Format application/pdf
 
Identifier https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1807
10.5712/rbmfc14(41)1807
 
Source Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade; v. 14, n. 41 (2019); 1807
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade; v. 14, n. 41 (2019); 1807
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade; v. 14, n. 41 (2019); 1807
2179-7994
1809-5909
 
Language por
 
Relation https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1807/989
 
Rights Direitos autorais 2019 Gabriela Bueno Loria, Guilherme Martinolli Faig Canesin, Guilherme Martins Silva, Gustavo Henrique de Oliveira Amorim, Julia Mendes de Melo, Laerte Romualdo Santos, Larissa Fonte Dutra da Rosa, Clarisse Rinaldi Salles de Santiago, Denise da Silva Mattos, Michele Lopes Pedrosa, Erotildes Maria Leal
https://creativecommons.org/licenses/by/4.0
 

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