The romantic imagination as neurosis? The Freudian debate on animism and the question of sight in E. T. A. Hoffmann

Pandaemonium Germanicum

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Title The romantic imagination as neurosis? The Freudian debate on animism and the question of sight in E. T. A. Hoffmann
A imaginação romântica como neurose? O debate freudiano sobre o animismo e a questão do olhar em E. T. A. Hoffmann
 
Creator Silva, Felipe Vale da
Costa, Sabrine Ferreira da
 
Subject Sigmund Freud; E. T. A. Hoffmann; Romanticism; animism; anti-fetishism; Uncanny
Sigmund Freud; E. T. A. Hoffmann; Romantismo; animismo; antifetichismo; insólito
 
Description O trabalho retoma a análise freudiana de Der Sandmann, presente num ensaio de 1919 que se provou paradigmático para as interpretações futuras da obra de E. T. A. Hoffmann. No dito ensaio, o pai da psicanálise faz diversos juízos sobre a construção argumentativa da novela romântica que, nos estudos literários, vêm sendo indevidamente atribuídos ao próprio Hoffmann. Seu programa estético supostamente seria aquele de um analista dos mecanismos psíquicos de suas personagens, revelando-o como um curioso conhecedor avant la lettre das teorias psicanalíticas. É como se a criação de um imaginário horripilante que caracteriza sua prosaservisse a um impulso interpretativo das áreas ocultas da psique a fim de detrair tendências irracionalistas e animistas de suas personagens. A crítica freudiana ao animismo é um dos aspectos mais contestados por estudiosos recentes como Bruno Latour e Isabelle Stengers e, por isso, retomaremos seus argumentos num segundo momento. Então, alguns de seus argumentos serão retomados em um segundo momento do artigo para que possamos voltar a Hoffmann e reinterpretar sua estética como uma defesa de certo tipo de animismo, para além dos paradigmas psicanalíticos que nunca cessaram de o ensombrar.
This paper takes up Freud’s analysis of Der Sandmann (1816), embodied in a 1919 article which proved itself paradigmatic to interpretations of E. T. A. Hoffmann’s work. In this article, the father of psychoanalysis renders several judgments about the argumentative structure of the romantic novella which, in Literary Studies, have been improperly attributed to Hoffmann himself. His aesthetical program would namely be one of an analyst of psychical mechanisms of his characters, thus revealing the author as an odd pundit of psychoanalytic theories much before their inception. It is as if the setup of the horrifying fantasy which characterizes his prose should come along an interpretative urge of the hidden areas of the psyche, so as to discredit irrational and animist tendencies in his characters. Freud’s critique of animism is one of the most contested by recent scholar such as Bruno Latour and Isabelle Stengers. Hence, some of their arguments will be recovered at a second moment of this article in order that we go back to Hoffmann and reinterpret his aesthetics as a defense of a certain type of animism, beyond the psychoanalytic paradigm that never ceased to overshadow it.
 
Publisher Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
 
Date 2019-06-13
 
Type info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
 
Format application/pdf
 
Identifier http://www.revistas.usp.br/pg/article/view/158863
10.11606/1982-88372238122
 
Source Pandaemonium Germanicum; v. 22 n. 38 (2019); 122-141
1982-8837
1414-1906
 
Language por
 
Relation http://www.revistas.usp.br/pg/article/view/158863/153828
 
Rights Copyright (c) 2019 Pandaemonium Germanicum
http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
 

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