philosophy with children as a transforming experience. a proposal in non-profit organizations

childhood & philosophy

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Title philosophy with children as a transforming experience. a proposal in non-profit organizations
a filosofia com crianças como experiência transformadora. uma proposta em organizações sem fins lucrativos
la filosofía con niños como experiencia transformadora. una propuesta en organizaciones sin ánimo de lucro
 
Creator barrientos-rastrojo, josé
 
Subject Filosofía con Niños; Experiencialidad; Experiencia de Vida; Romano, Zambrano
experiencia; filosofía para/con niños; lipman; romano; zambrano

experiência da vida; filosofia para/com crianças; lipman; romano; zambrano.

life experience; philosophy for/with children; lipman; romano; zambrano
 
Description Son evidentes los beneficios que supone la implementación de la metodología de Filosofía en Niños; sin embargo, un énfasis excesivo en las habilidades de pensamiento crítico provoca debilidades en su aplicación en grupos en riesgos de exclusión social. Éstos precisan una transformación profunda y no sólo una mejor forma de pensar. Esto es debido a la disonancia cognitiva provocada cuando sólo se trabaja con dimensiones discursivas: los participantes de las sesiones pueden aprender a dar buenas respuestas sin que esto se materialice más allá de las reuniones filosóficas. Un modo de enfrentar esta limitación consiste en diseñar una razón experiencial, inscrita, parcialmente, en el pensamiento cuidadoso de Mathew Lipman (2003, PP. 261-270). Si la experiencia de vida determina la construcción identitaria de los niños (Romano, 2012; Nishida, 1995; Zambrano, 1995), es crucial indagar en su significado y en cómo se articula. Por tanto, una Filosofía con Niños Experiencial, foco de este trabajo, no se centra exclusivamente en el trabajo discursivo arraigado en el pensamiento crítico. De hecho, se funda en tres pilares: (1) la creación de ejercicios experienciales, (2) el fomento de disposiciones que incentive la capacidad transformadora de éstos y (3) el diseño de escenarios y metáforas experienciales que fomenten la consecución de las verdades transformadoras. Este trabajo describe las limitaciones del abordaje cognitivo del trabajo filosófico con niños, resume las bases de la experiencialidad y añade un breve anexo del trabajo emprendido en la Universidad de Sevilla en algunas Asociaciones sin ánimo de lucro como el Proyecto Maparra de Cáritas.
Os benefícios da implementação da metodologia de Filosofia com/para Crianças são evidentes; no entanto, uma ênfase excessiva nas habilidades de pensamento crítico provoca fragilidades em sua aplicação em grupos em risco de exclusão social. Essas pessoas requerem uma transformação profunda, e não apenas uma maneira melhor de pensar. Este problema se deve à dissonância cognitiva provocada quando se trabalha apenas com dimensões discursivas: os participantes das sessões podem aprender a dar boas respostas sem que isso se materialize fora dos encontros filosóficos. Uma maneira de lidar com essa limitação é projetar uma razão experiencial, parcialmente inscrita no pensamento cuidadoso de Mathew Lipman (2003, pp. 261-270). Se a experiência da vida determina a construção identitária das crianças (Romano, 2012; Nishida, 1995; Zambrano, 1995), é crucial investigar seu significado e como ela se articula. Portanto, uma Filosofia Experiencial com Crianças, foco deste artigo, não se concentra exclusivamente no trabalho discursivo enraizado no pensamento crítico. Ela é baseada em três pilares: (1) a criação de exercícios experimentais, (2) a promoção de disposições que incentivem o poder transformador destes e (3) o desenho de cenários e metáforas experimentais que promovam a obtenção de verdades transformadoras. Este artigo descreve as limitações da abordagem cognitiva do trabalho filosófico com crianças, resume as bases da experiencialidade e acrescenta um breve anexo sobre o trabalho realizado na Universidade de Sevilha em algumas associações sem fins lucrativos, tal como o Projeto Maparra de Cáritas.
The benefits of implementing the methodology of Philosophy for/with Children are clear. Nevertheless, an excessive emphasis on critical thinking skills weakness its application in groups at risk of social exclusion. These groups require a profound transformation and not just a better way of thinking. This is due to the cognitive dissonance provoked when one only works with discourse: session participants can learn to give good answers without becoming able to apply them outside of philosophical settings. One way to address this limitation is to design an experiential reason, something described, in part, by Mathew Lipman (2003, pp. 261-270). If life experience determines children’s identity construction (Romano, 2012; Nishida, 1995; Zambrano, 1995), it is crucial to investigate its meaning and how it is articulated. Therefore, an Experiential Philosophy with Children, the topic of this paper, does not focus exclusively on the discursive work rooted in critical thinking. Rather, it is based on three pillars: (1) the creation of experiential exercises, (2) the promotion of provisions that encourage the transformative capacity of these exercises, and (3) the design of experiential scenarios and metaphors that promote the attainment of transformative truths. This article describes the limitations of the cognitive approach of philosophical work with children, summarizes the bases of experientiality, and adds a brief appendix on the work done at the University of Seville in non-profit associations like the Maparra Project of Caritas.
 
Publisher Universidade do Estado do Rio de Janeiro
 
Contributor


 
Date 2019-06-11
 
Type info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion



 
Format application/pdf
 
Identifier https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/childhood/article/view/42276
10.12957/childphilo.2019.42276
 
Source childhood & philosophy; v. 15 | 2019; 01-28
childhood & philosophy; v. 15 | 2019; 01-28
childhood & philosophy; v. 15 | 2019; 01-28
1984-5987
 
Language spa
 
Relation https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/childhood/article/view/42276/29803
 
Rights Copyright (c) 2019 childhood & philosophy
 

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