investigación filosófica con niños indígenas: un intento de integrar formas del saber indígenas en la filosofía con/para niños

childhood & philosophy

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Title investigación filosófica con niños indígenas: un intento de integrar formas del saber indígenas en la filosofía con/para niños
investigação filosófica com crianças indígenas: uma tentativa de integrar formas de saber indígenas na filosofia com/para crianças
philosophical inquiry with indigenous children: an attempt to integrate indigenous knowledge in philosophy for/with children
 
Creator elicor, peter paul ejera
 
Subject
formas indígenas de saber; filosofía indígena; epistemología de la presentación; filosofía para/con niños
philosophy; education; indigenous knowledge
indigenous forms of knowledge; indigenous philosophy;presentational epistemology; philosophy for/with children

formas de saber indígenas; filosofia indígena; epistemologia da apresentação; filosofia para/com crianças
 
Description En este artículo propongo integrar formas indígenas de conocimiento en la teoría y práctica de Filosofía para/con Niños. Afirmo que es posible tratar las formas indígenas de conocimiento no solamente como tópicos en los diálogos filosóficos con los niños, sino también como presupuestos de la actividad filosófica misma en el interior de la Comunidad de Investigación. Una integración tal resulta importante por al menos tres (3) razones: Primera, reconocer los modos indígenas de pensar y ver el mundo nos informa sobre otras formas no-dominantes de conocimiento, métodos de producción do conocimiento y criterios para determinar lo que es conocimiento. Segunda, la dominancia de los estándares occidentales de producción y determinación del conocimiento, especialmente en sociedades no-occidentales, necesita ser reducida, balanceada y esclarecida por los saberes y experiencias locales. Y tercera, las formas indígenas de conocimiento refuerzan una Filosofía con/para Niños culturalmente receptiva, que responde a los desafíos de aulas multiculturales y con diversidad étnica. Hay dos (2) posibles intersecciones en las que esta integración puede realizarse, a saber: a) Epistemología, donde afirmo que la integración de una “epistemología de la presentación”, inmanente en los patrones de pensamiento indígena, proporciona un contrapeso en la adhesión de Lipman a una epistemología analítico-representativa; y b) Pedagogía, que gana cuerpo en una Comunidad de Investigación “indigenizada” que resalta los valores de interconexión, de relacionalidad y el estar situados.
Neste artigo, proponho integrar formas de conhecimento indígenas na teoria e prática de Filosofia para/com Crianças. Defendo que é possível tratar formas de conhecimento indígenas não só como tópicos em diálogos filosóficos com as crianças, mas como pressupostos da atividade filosófica em uma Comunidade de Investigação. Tal integração é importante por ao menos três (3) razões: Primeira, de que reconhecer os modos indígenas de pensar e suas visões de mundo nos informam sobre outras formas não-dominantes de conhecimento, métodos de produção do conhecimento e critérios determinantes do que é conhecimento. Segunda, que a dominância dos padrões ocidentais de produção e determinação do conhecimento, especialmente em sociedades não-ocidentais, precisa ser reduzida, balanceada e esclarecida pelos saberes e experiências locais. E terceira, que os modos de conhecimento e saber indígenas reforçam uma Filosofia com/para Crianças culturalmente responsável, que responde aos desafios de turmas multiculturais e com diversidade étnica. Há duas (2) possíveis interseções em que esta integração pode realizar-se, a saber: a) Epistemologia, onde afirmo que a integração de uma “epistemologia da apresentação”, imanente em padrões de pensamento indígena, fornece um contrapeso à aderência de Lipman a uma epistemologia analítico-representativa; e b) Pedagogia, que ganha corpo em uma Comunidade de Investigação “indigenizada” que destaca os valores de interconexão, de localização e de relacionalidade.
In this article, I propose to integrate indigenous knowledges in the Philosophy for/with Children theory and practice. I make the claim that it is possible to treat indigenous knowledges, not only as topics for philosophical dialogues with children but as presuppositions of the philosophical activity itself within the Community of Inquiry. Such integration is important for at least three (3) reasons: First, recognizing indigenous ways of thinking and seeing the world informs us of other non-dominant forms of knowledges, methods to produce knowledge and criteria to determine knowledge. Second, the dominance of western standards of producing and determining knowledge, especially in non-western societies, needs to be reduced, balanced and informed by local knowledges and experiences. And third, indigenous knowledges reinforce a culturally responsive P4wC that responds to the challenges arising in multicultural and ethnically diverse classrooms. There are two (2) possible intersections where such integration may take place, namely: a) Epistemology, where I claim that the integration of a “presentational epistemology” immanent in indigenous patterns of thinking provides a counterweight to Lipman’s strong adherence to analytic-representational epistemology, and b) Pedagogy, which takes shape in an “indigenized” Community of Inquiry that highlights the values of interconnectedness, situatedness and relationality. 
 
Publisher Universidade do Estado do Rio de Janeiro
 
Contributor


 
Date 2019-06-11
 
Type info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion



 
Format application/pdf
 
Identifier https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/childhood/article/view/42659
10.12957/childphilo.2019.42659
 
Source childhood & philosophy; v. 15 | 2019; 01-22
childhood & philosophy; v. 15 | 2019; 01-22
childhood & philosophy; v. 15 | 2019; 01-22
1984-5987
 
Language eng
 
Relation https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/childhood/article/view/42659/29840
 
Rights Copyright (c) 2019 childhood & philosophy
 

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